quinta-feira, 7 de novembro de 2013

Crowd Pleaser Arafat



Os heróis da Imprensa Ocidental: a terrorista Ahlam Tamimi (libertada por Israel, numa «soltura» de centenas de terroristas «palestinos»), delicia-se ao saber que matou 8 crianças israelitas no ataque suicida que conduziu.

Notícias na Antena 3: «Yasser Arafat, Prémio Nobel da Paz e Pai do Sonho Palestino, foi envenenado com polónio». E «asseguram» que os cientistas suíços têm a prova. Ainda assim foram um bocadinho menos garganeiros que o Público, que refere que é «moderadamente provável» que assim tenha sido. Já não somos os primeiros a acreditar que sim, que ele foi envenenado e morto, mas pela ordem inversa.

Perante a desfaçatez dos orgãos de Informação (até os do Estado, pagos por nós), é de estranhar que o povão se pele pelos «palestinianos», ignore o terrorismo e veja Israel como o mau da fita? Claro que não!
O terrorista egípcio Arafat esteve sempre rodeado dos seus camaradas terroristas, jamais mostrou indícios de envenenamento, e se alguém o envenenou foram os seus camaradas terroristas, mas já está decidido pelos media que foi Israel. E se chove a culpa é também de Israel. E se não chove também. E o povo quer sangue!
Três anos após os acordos de Oslo, Arafat discursa em Belém e apela "à luta armada, ao combate e à jihad", perante uma multidão em delírio. Arafat traiu todos os acordos e boicotou todas as tentativas de paz. O seu único objectivo foi sempre a destruição total de Israel.

[PA TV (Fatah), Oct. 21, 1996]



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Vamos agora a um pequeno anexo a este post. Notem os leitores que poderiamos estar aqui a escrever o resto do dia, a mostrar vídeos, factos históricos, provas e mais provas de que os árabes não querem nem nunca quiseram a paz com Israel. O que se segue são pequenos apontamentos, que, esperamos, despertem o gosto de apurar a verdade entre os que consomem a propaganda global anti-Israel:
A propaganda pró-islamista continua a fazer passar a ideia de que os Judeus escolheram aleatoriamente a «Palestina» para aí fazerem o seu Estado (de onde serão originários os judeus, então?... Do Pólo Norte? De Marte?), e que «expulsaram os árabes da sua terra».
Então põem-se as seguintes questões:

1. Quando é que o país foi fundado e por quem?

2. Quais foram as suas fronteiras?

3. Qual foi a sua capital?

4. Quais foram as suas cidades mais importantes?

5. Quais foram as bases de sua economia?

6. Qual foi a sua forma de governo?

7. Pode citar pelo menos um líder palestino antes de Arafat?

8. A Palestina alguma vez foi reconhecida como um país cuja existência, então ou agora, não deixa margem a interpretação?

9. O que era a língua da Palestina?

10. Qual era a religião predominante da Palestina?

11. Qual era o nome de sua moeda? Escolha uma data qualquer na história e diga qual era a taxa de câmbio da moeda palestiniana em relação ao dólar dos EUA, ao marco alemão, à libra esterlina, ao iene japonês ou ao yuan chinês na referida data.
12. E, finalmente, dado que este país não existe actualmente, que é o que causou o seu desaparecimento e quando é que ocorreu? Você que lamenta o "afundamento" de uma "orgulhosa e nobre nação", diga s.f.f, quando exactamente é que essa "nação" era orgulhosa e nobre?
A verdade é que nunca houve uma nação ou Estado da Palestina na história humana (nem os sobreviventes do Holocausto e os refugiados judeus dos países árabes, em menor número e mal armados "expulsaram" os árabes de dentro das fronteiras de Israel depois de terem sido atacados por eles e cinco estados árabes em 1947-48).
O actual Estado de Israel foi "inscrito" num canto do Império Turco Otomano por um voto unânime da Liga das Nações em 1922 - exactamente como a Jordânia, Síria, Líbano e Iraque foram.
Mas apenas a existência  do pequeno Estado democrático de Israel - o que se justifica por laços históricos profundos do que qualquer outro - é questionada! Nenhuma das incomparavelmente maiores 22 ditaduras árabes e as colónias em torno delas o são. Esta discriminação é a prova de que o anti-sionismo é anti-semitismo.

 


 Mas são os próprios dirigentes desse Estado imaginário que o afirmam:


O conflito NÃO é sobre terra para os «palestinianos»! O conflito é sobre supremacismo islâmico e a sua incapacidade de aceitar um Estado não islâmico entre o território que submeteram desde o século VII e que constitui hoje uma imensa mancha, de que podeis ver em cima parte a amarelo, com o minúsculo Israel a encarnado.


Israel cedeu  mais de 2/3 do seu território para a Instalação do famosos Estado Palestiniano. Os países Árabes anexaram de imediato esse território!

Só a persistência de um sentimento ainda vivo de antissemitismo no Mundo pode manter as pessoas cegas a quem é o mau da fita neste conflito! E agora, o famoso mapa verde e branco, uma PURA ALDRABICE (também veiculada pelo jornal Público, sem surpresas), que pretende ser um mapa da suposta «perda de território palestiniano» entre 1946 e 2010:



 


Veja o mundo islâmico, em intensidades de verde proporcionais ao grau de islamismo. Onde o verde é mais intenso são os Estados muçulmanos teocráticos puros e duros, onde a Constituição foi substituída pela sharia, onde não são permitidas outras religiões, onde é proibida a entrada de judeus e onde estes foram extintos, etc..:



Torna-se agora impossível detectar Israel sem uma lupa, mesmo para a visão mais apurada.

Os Hebreus são o povo nativo da Terra de Israel. A presença desse povo, dessa cultura e etnia, perde-se na noite dos tempos. Os Árabes na Terra de Israel foram um entre muitos povos invasores. Que por sinal avultam entre os mais ferozes. Os Babilónios esmagaram, exilaram e escarneceram dos Hebreus. Os Romanos expulsaram-nos em massa. Os Árabes e os Turcos lançaram o caos e a destruição. Outros povos invadiram a Terra de Israel, mas nenhum erradicou a presença nativa, hebraica.

Noutros tempos Israel foi bem maior. As vicissitudes da História fizeram encolher consideravelmente o território. Voltaremos a falar deste assunto. Por agora dê aí uma vista d'olhos nestes mapas,e compare a Terra de Israel dos tempos bíblicos com a de hoje:


Os judeus espalharam-se pelo mundo, por via das ocupações, perseguições e expulsões da sua terra. Mas fora desta também foram perseguidos. Entre o século XIII e o século XIX, registaram-se ondas de regresso de judeus, que se juntaram aos seus compatriotas que permaneceram, apesar das ocupações estrangeiras.

No século XIX, a ideologia do Sionismo preconizava não apenas o regresso dos judeus à Pátria, mas também a reconquista da soberania. Estava Israel sob mandato britânico quando esse sonho começou a concretizar-se, entre muitas vicissitudes. Veja este mapa, sff:



À semelhança dos Romanos, que chamaram «Palestina»* à Terra de Israel, os Britânicos também a designaram assim, daí falar-se do «Mandato Britânico na Palestina». No mapa de cima podemos ver a grande fatia que os britânicos entregaram  soberania árabe (rosa) e a porção de terra que ficou para uma divisão em dois Estados, um para Árabes e outro para Judeus.

* - O termo Palestina vem da terra dos Filisteus, um povo já extinto à época da invasão romana, que ocupara o território onde hoje fica a famosa Faixa de Gaza.

Vamos espreitar mais um mapa:



A solução de dois Estados em Israel, ainda que tal significasse ume enorme perda de território, foi celebrada efusivamente pelos judeus de todo o mundo. Os países árabes responderam com uma brutal invasão, no dia da proclamação da Independência. Israel não tinha forças armadas. E mesmo assim, ganhou essa guerra. E até alargou o seu território. Parafraseando um conhecido comentador desportivo, foi a força da técnica contra a técnica da força...

Desde então que o Mundo Árabe procura vingar essa derrota, e a ambição gorada de «precipitar todos os judeus no mar». Nas sucessivas guerras movidas pelo Mundo Islâmico, Israel tem vencido, conquistado território, e de seguida convidado os agressores a viver em paz, cedendo-lhes território:




Mais de 2/3 de território conquistado aos invasores, linhas de fronteira reconhecidas pelos armistícios, em troca de meros acordos verbais ou pouco mais que isso, e Israel continua a ser visto como país que «rouba terras aos outros»! O Mundo Árabe NUNCA aceitou uma única proposta de paz, persistindo no seu sonho de aniquilar Israel e extinguir os Judeus.

A «Palestina», enquanto Estado árabe e islâmico que reivindica como seu o território de Israel, foi uma invenção do conhecido terrorista Yasser Arafat, em 1964.
Os árabes residentes na Terra de Israel tiveram oportunidade de ter o seu Estado, no plano de partição, mas recusaram, preferindo a aniquilação total dos judeus. Os árabes vivem e trabalham livremente em Israel, gozando dos mesmos direitos dos judeus. Os refugiados das guerras movidas pelo Mundo Árabe contra Israel são mantidos pelos seus «irmãos» em vergonhosos acampamentos. Servem de propaganda anti-israel.

De cada vez que Israel cede território para a instalação do fantasioso Estado Palestiniano, os  países da região chamam seu a esse território. O que pode acontecer em breve a Portugal e Espanha, aliás:





O conflito não é, de facto, sobre território. A razão deste conflito é o princípio islâmico de que terra conquistada será sempre islâmica.

Um bocadinho de História Contemporânea, que os inimigos de Israel recusam sempre ver, esquizofrenicamente por dois motivos, a saber:

a) Vídeos de 11 minutos só podem ser uma manipulação da verdade.

b) Tenho agora lá 11 minutos para estar aqui a ver mentiras!!!


Enfim, vai uma versão curtinha?...



Mas para quem odeia Israel e os Judeus, para quem escolheu odiar porque sim, de que adiantam os factos, a História, Direito Internacional, ou mesmo a verdade nua e crua da propaganda Pallywoodesca?



- Para finalizar, um raro vislumbre da Faixa de Gaza em apuros e da vida sob o governo do Hamas. Em 2007, a equipa de reportagem tentou, e não conseguiu entrar em Gaza. Naquela época, as facções palestinianas rivais do Hamas e do Fatah estavam envolvidas numa guerra sangrenta pelo controle desta pequena faixa de terra. O Hamas venceu.

A Faixa de Gaza é abastecida de água, electricidade e comida por Israel. Em troca, retribui com mísseis, ataques de atiradores furtivos, bombistas suicidas, ódio eterno e propaganda que infecta o mundo inteiro. Israel procura controlar a entrada de armas e munições em Gaza. Eles resolveram a coisas com os famosos túneis, que certa Esquerda chorosa diz que são para receber alimentos!!!



2 comentários:

  1. A respeito da morte de Arafat, li há pouco no AL Público que os palestinianos só têm um suspeito: Israel.
    Bem, com o "amor fraterno" que os muçulmanos têm pelos judeus (sim, vamos dizer judeus, porque o que está aqui em causa é anti-semistismo puro de duro), acho que os israelitas até levavam a mal se não fossem considerados os suspeitos...
    Ah suspeitos e únicos!

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  2. Já reparou que a Al Margarida Santos Lopes deixou de assinar artigos por lá? :-)
    Mas há outras jornalistas filo-muçulmanas no Al Público. Eu chamo-lhes as Moiras Encantadas.

    É de facto escandaloso, quer o antissemtimso desse jornal, quer a Imprensa em geral levar a serio acusações absurdas como essa. O terrorista Arafat esteve sempre acompanhado da gente dele, nem à casa de banho o homem ia sozinho! Mas agora lembraram-se desta, e Israel realmente até estranhava se não fosse apontado como culpado, como muito bem sugere - e muito me ri com essa! :-)

    Abração!

    Israel Bloom

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