segunda-feira, 11 de dezembro de 2017

Presidente checo ridiculariza "cobardes" europeus pela postura perante Jerusalém


NOTA: a "polémica" declaração de Trump não é nada de novo. Nem é "polémica".

- Também em ESPANHOL:
"A União Europeia, esses cobardes, estão a fazer tudo o que podem para que um movimento terrorista pró-‘palestino’ possa ter supremacia sobre um movimento pró-israelita", disse o presidente checo Zeman. 
O presidente checo, Milos Zeman, acusou os países da União Europeia (UE) de serem "cobardes" na sua resposta ao reconhecimento histórico do presidente Donald Trump de Jerusalém como capital de Israel. 
"A União Europeia, esses cobardes, estão a fazer tudo o que podem para que um movimento terrorista pró-‘palestino’ possa ter supremacia sobre um movimento pró-israelita", disse Zeman, de acordo com a AFP. 
Zeman disse esta sexta-feira que estava feliz com o anúncio de Trump e que ele próprio se manifestou a favor de que Praga mude a embaixada checa de Tel-Aviv para Jerusalém, numa visita há quatro anos. 
Trump reconheceu Jerusalém como a capital de Israel na quarta-feira, uma decisão que enraiveceu os “palestinos”, mas que foi saudada como histórica por Israel. 
A maioria dos países europeus expressou a sua oposição ao anúncio do Trump, e a chefe diplomática da UE, Federica Mogherini, alertou na quinta-feira que a decisão de Trump teve um "impacto potencial muito preocupante e pode levar a região para tempos mais escuros do que os que já vivemos"
Mogherini acrescentou que "as aspirações de ambas as partes devem ser cumpridas e uma maneira deve ser encontrada através de negociações para resolver o status de Jerusalém como a futura capital de ambos os Estados".

NDT: O que diria a italiana Federica  Mogherini se os israelitas lhe ordenassem que dividisse Roma com os colonos muçulmanos? É tão fácil mandar em casa alheia, desde que essa casa seja a pequenina casa dos judeus...
Os muçulmanos não pretendem dividir coisa nenhuma. Pretendem, desde sempre, obliterar Israel e extinguir os judeus. As "negociações de paz" sempre foram apenas e só manobras de diversão para entreter o Mundo, enquanto o terrorismo prossegue, inalterável:


Porque não existe um Estado "Palestino"?


A República Checa reconheceu na quarta-feira Jerusalém ocidental como a capital de Israel, seguindo as mudanças de política de Trump na cidade. De acordo com uma declaração publicada pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros da República Checa, o país "actualmente, antes da assinatura da paz entre Israel e a 'Palestina', reconhece que Jerusalém é, de facto, a capital de Israel, nas fronteiras da linha de demarcação a partir de 1967"
Israel tem a soberania do oeste de Jerusalém desde a Guerra de Independência de 1948 e o Estado judeu reunificou a cidade após a Guerra dos Seis Dias de 1967.
A República Checa acrescentou que, "juntamente com outros Estados membros da UE, seguindo as conclusões do Conselho de Assuntos Externos da UE", considera "que Jerusalém é a futura capital dos dois Estados, ou seja, o Estado de Israel e o futuro Estado da 'Palestina'"
Os checos romperam as fileiras com os membros da UE que defendem uma política de não reconhecer Jerusalém como a capital do Estado judeu sem um acordo de status final entre Israel e os "palestinos". No entanto, o anúncio checo diferiu da mudança de política dos EUA, na medida em que a República Checa condicionou a deslocalização da sua embaixada de Tel Aviv para Jerusalém com os resultados das negociações israelo-"palestinas", enquanto Trump expressou a intenção incondicional de mover a embaixada americana, embora não imediatamente. 
A iniciativa do governo checo sobre Jerusalém segue a aprovação da legislação do Parlamento checo em Maio que reconhece Jerusalém como a capital de Israel. Em Abril, o Ministério dos Negócios Estrangeiros da Rússia tomou uma iniciativa semelhante, reconhecendo "Jerusalém ocidental" como a capital israelita.  

- Hiperligações no artigo original.

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Se amanhã desaparecessem os judeus e Israel, o Mundo Ocidental perderia a sua obsessão mais querida e o seu bode expiatório preferido, 5 vezes milenar...

"Eichmann: O quê, que não devemos odiar os Israelitas? 
Heydrich: Não, mas que não devemos preencher tanto as nossas vidas com esse ódio, que, quando eles desaparecerem, não tenhamos mais nada por que viver."

Daqui.

O verdadeiro problema dos Árabes (e não só...)




domingo, 10 de dezembro de 2017

Embaixada em Jerusalém: uma perspectiva religiosa

Nota: O nosso blogue não esposa nenhuma religião. Só temos falado de religião do ponto de vista da cultura geral (as festividades religiosas judaicas, os Templos Sagrados de Jerusalém, etc..). A Religião e Israel estão ligados historicamente, como todos sabemos. Pareceu-nos contudo interessante a tradução deste artigo. Avisamos que é uma visão religiosa de um grupo religioso.
Para saber o essencial sobre os Templos Sagrados de Jerusalém, leia ESTE POST, sff.
E lembramos que a declaração de Trump não é nada de novo, mas como é o Trump, caem-lhe em cima...


Presidente Trump: "Seja um Rei Ciro!"
Presidente Donald Trump: "Esteja com Israel na construção o Terceiro Templo em Jerusalém. Como o Rei Ciro da Pérsia, em 536 AEC". 
Fonte
"Telefone ao Papa e peça-lhe a devolução da Menorá do Templo e dos outros objectos sagrados. Que regressem a Jerusalém para serem usados ​​por Israel no Terceiro Templo Sagrado, que será construído em breve, como o Rei Ciro fez quando devolveu ao Templo a Menorá e os objectos que estavam na Babilónia para serem usados ​​no Segundo Templo".

O Movimento Fiel do Monte do Templo e da Terra de Israel abençoou o presidente Donald Trump após a sua eleição como o próximo presidente a liderar os Estados Unidos da América. Hoje, estamos a abençoar o presidente Donald Trump com uma antiga bênção judaica: "Bem-aventurado, SENHOR nosso, Rei dos Reis, por compartilhares a Tua honra com os seres humanos".





Muitos em Israel pensam e acreditam que a eleição do presidente Donald Trump não foi um acidente, mas sim uma parte importante dos eventos do fim dos tempos que estamos a viver nesta época tão significativa da História moderna.
O presidente Trump apareceu de repente do nada. Ele nunca foi um membro activo ou um funcionário em nenhum dos partidos políticos nos Estados Unidos. Ele veio com uma visão completamente diferente de todos os outros candidatos nas recentes eleições e mostrou-se especialmente diferente do presidente que serviu antes dele.
A sua visão para a América é basicamente retornar à visão dos pais fundadores da América, uma visão baseada e adoptada a partir do mandato Bíblico estabelecido pelos Profetas de Israel.
Mais do que isso, o presidente Donald Trump foi eleito pelo povo americano com grande entusiasmo e expectativa, especialmente em relação à sua visão e política para o maior aliado dos Estados Unidos: Israel.
Permitam-nos dizer neste ponto, considerando o facto de que estamos a viver uma era muito "racional e intelectual na História", quando tantas pessoas e nações rejeitaram qualquer compreensão espiritual autêntica e colocaram o D-US a um canto das suas vidas e esqueceram que existe apenas Um Que guia a Humanidade: é apenas D-US, nosso Criador, que lidera o Universo.
Foi D-US Quem causou essa escolha "revolucionária" nos Estados Unidos, que levou à eleição de Donald Trump.
Em relação a todas as circunstâncias invulgares, queremos dizer que a eleição do presidente Donald Trump foi um evento milagroso. Apesar de Donald Trump não o ter dito, foi apenas D-US Quem o dirigiu a levar a cabo tal visão de retornar às raízes da fundação americana, baseadas na visão Bíblica. Ele sabia muito claramente que esse era o desejo do povo americano e ele soube colocar esse desejo na sua visão para a América, e pronunciá-lo abertamente e claramente, sem medo. (...)

Trump: "Na América não adoramos o governo, adoramos a Deus".


Muitas vezes no passado, quando eu, Gershon Salomon, falei com os nossos maravilhosos amigos na América, compartilhei com eles o que D-US colocou no meu coração em relação à América: "A América foi fundada por D-US há mais de duzentos anos para ser uma nação que veio do 'Velho Mundo' para estabelecer na América uma nova comunidade baseada em raízes Bíblicas e com uma visão Bíblica para o seu futuro. A América também foi fundada para manter-se estreita e profundamente ligada a Israel, uma vez que ambos os países têm os mesmos valores, para que possam cumprir a sua missão de restabelecer o Reino do D-US de Israel na Terra que D-US nos deu numa aliança eterna. A missão divina eterna de Israel é:
"... ser uma nação santa, um reino de sacerdotes e uma luz para as nações" (Êxodo 19: 5,6, Isaías 42: 2; 49: 6) e compartilhar a Palavra de D-US com o mundo inteiro".
Israel é chamado agora por D-US para completar essa missão. A reconstrução do Templo Sagrado em Jerusalém é a condição para isso, e os Estados Unidos são agora chamados por D-US para ficarem ao lado de Israel para completar a missão que mudará o rosto de toda a Humanidade de acordo com a Palavra profética de D-US na nossa geração (Isaías 2: 2-4; Miqueias 4: 1-4).
Não é um acidente que a América esteja com Israel há tanto tempo. No entanto, os presidentes americanos antes do presidente Trump frequentemente não entenderam que a missão da América em relação a Israel não pode ser cumprida sem reconhecer verdadeiramente a divina missão de Israel entre as nações.
O presidente Obama cometeu um erro profundo ao não reconhecer Jerusalém como a eterna capital de D-US e do povo de Israel, e ao não entender que toda a Terra de Israel foi dada por D-US somente ao Seu povo, Israel, para um propósito eterno. Em vez disso, ele iniciou e apoiou a pressão ímpia sobre Israel para dividir a Terra e estabelecer um Estado ímpio dito "palestino" no meio da Terra Santa de Israel.
O presidente Donald Trump entende o que os ex-presidentes não entenderam: o desejo genuíno do povo americano de se  manter lado a lado com Israel.
O Movimento Fiel do Monte do Templo e da Terra de Israel apela ao Presidente Trump para cumprir completamente todas as suas promessas a Israel. Ele também é chamado a cumprir a expectativa da mudança da embaixada americana para Jerusalém. Essa é uma necessidade fundamental para a América. Ao fazer isso, o presidente Trump será testado por D-US, pela História e pelo povo americano. Exortamo-lo a não temer qualquer oposição que tente pressioná-lo a mudar qualquer das suas promessas, especialmente no que diz respeito a Jerusalém e à sua nova política em relação a Israel. O presidente deve saber que D-US está com ele enquanto ele confiar em D-US e não em poderes humanos, e enquanto cumprir as suas promessas e a sua nova política em relação a Israel.
O Movimento Fiel do Monte do Templo e da Terra de Israel apela ao Presidente Donald Trump para estar com Israel na sua missão de construir o Terceiro Templo Sagrado no Monte do Templo Sagrado em Jerusalém e cumprir o chamado do Senhor de Israel a fazê-lo na vida da nossa geração, sem demora. Será o melhor dia para toda a Humanidade quando Israel convidar o Senhor de Israel e do Universo a habitar em Sua Santa Casa em Jerusalém, no meio da vida de Seu povo, Israel, e de todo o Mundo.
A visão profética de milhares de anos sempre apontou para que na nossa geração se cumprirá o "Fim dos Tempos",  e se abrirá uma era nova e única, uma era de verdadeira paz mundial quando D-US reinar no meio da sua capital em Jerusalém e abençoar toda a Sua Criação. Presidente Donald Trump, leia e dê atenção a esta grande e maravilhosa profecia do Senhor de Israel sobre a nossa geração:
    "E acontecerá nos últimos dias que o Monte da Casa do Senhor será estabelecido no topo dos montes, e será exaltado acima dos montes, e todas as nações fluirão para ele. E muitas pessoas irão e dirão: "Venham, e subamos ao monte do SENHOR, para a casa dos D-US de Jacob; e Ele nos ensinará os caminhos dEle, e iremos nos Seus caminhos; porque de Sião sairão a Torá, e a palavra do Senhor de Jerusalém. E ele julgará entre as nações, e decidirá por muitas pessoas; e elas transformarão suas espadas em arados e suas lanças em tesouras de poda; nação não levantará espada contra a nação, nem mais aprenderá a guerra ... Mas se sentarão cada um debaixo da sua videira e debaixo da sua figueira; e ninguém os temerá; porque a boca do Senhor dos exércitos falou. "(Isaías 2: 2-4, Miquéias 4: 1-4).

Há cerca de um ano, soaram misteriosas trombetas em Jerusalém:

 

 O que foi, não sabemos!

Presidente Trump, o D-US de Israel colocou nos nossos corações compartilhar consigo o seu chamamento para que permaneça com Israel para construir o Terceiro Templo Sagrado em Jerusalém na vida da nossa geração. Este é um óptimo teste para si e para Israel, mostrar a D-US que confiamos no D-US Todo-Poderoso de Israel e do Universo, sem medo da oposição que virá de todos os cantos do mundo. Este também é um teste para toda a Humanidade, que determinará se confiamos em D-US ou confiamos em poderes de carne e osso. Este será o teste mais sagrado de sempre para toda a Humanidade.
O Movimento Fiel do Monte do Templo apela a todos para não temermos nenhum dos inimigos de Israel, mas sim confiarmos apenas no Deus Todo-Poderoso de Israel e nas Suas promessas. Convidamos todos a serem testemunhas de como todos os inimigos de Israel cairão e desaparecerão como poeira no vento, como nos tempos Bíblicos.
Presidente Donald Trump, não perca o convite de D-US para cumprir neste tempo especial. Tenha certeza de que D-US estará consigo, ficará consigo e abençoá-lo-á, exactamente como abençoou outro grande líder em 536 AEC, o Rei da maior potência dessa época, Ciro da Pérsia.
Por favor, dê atenção ao Livro de Ezra na Bíblia Sagrada e leia o que o Rei Ciro fez em seu tempo, o que D-US está agora a convidá-lo a fazer. Leia Ezra 1: 1b-8 e Jeremias 44:28; 45: 1-6:

Esdras – Capítulo 1


1 No primeiro ano do reinado de Ciro, rei da Pérsia, a fim de que se cumprisse a palavra do Senhor falada por Jeremias, o Senhor despertou o coração de Ciro, rei da Pérsia, para redigir uma proclamação e divulgá-la em todo o seu reino, nestes termos:
2 Assim diz Ciro, rei da Pérsia: O Senhor, o Deus dos céus, deu-me todos os reinos da terra e designou-me para construir um templo para ele em Jerusalém de Judá.
3 Qualquer do seu povo que esteja entre vocês, que o seu Deus esteja com ele, e que vá a Jerusalém de Judá reconstruir o templo do Senhor, o Deus de Israel, o Deus que em Jerusalém tem a sua morada.
4 E que todo sobrevivente, seja qual for o lugar em que esteja vivendo, receba dos que ali vivem prata, ouro, bens, animais e ofertas voluntárias para o templo de Deus em Jerusalém.
5 Então os líderes das famílias de Judá e de Benjamim, como também os sacerdotes e os levitas, todos aqueles cujo coração Deus des­pertou, dispuseram-se a ir para Jerusalém e a construir o templo do Senhor.
6 Todos os seus vizinhos os ajudaram, trazendo-lhes utensílios de prata e de ouro, bens, animais e presentes valiosos, além de todas as ofertas voluntárias que fizeram.
7 Além disso, o rei Ciro mandou tirar os utensílios pertencentes ao templo do Senhor, os quais Nabucodonosor tinha levado de Jerusalém e colocado no templo do seu deus[1].
8 Ciro, rei da Pérsia, ordenou que fossem tirados pelo tesoureiro Mitredate, que os enu­merou e os entregou a Sesbazar, governador de Judá.

(...)
No poderoso Deus de Israel, nós confiamos!

Uma chamada de atenção especial para os Amantes de Sião e Israel na América e em todo o mundo:

Como podeis ver, estamos a viver um momento especial na História da Humanidade, em todo o mundo, que nunca ocorreu antes. Esta é a Era que os profetas de Israel chamaram o "Fim dos Tempos".
D-US está a preparar o Seu povo de Israel e do Mundo inteiro para o clímax desta época: a construção do Terceiro Templo Sagrado em Jerusalém, de onde o Senhor de Israel reinará sobre todo o Mundo e toda a Humanidade.
O Movimento Fiel do Monte do Templo e da Terra de Israel está a trabalhar intensamente para responder aos desafios desta época especial. O Movimento Fiel está a trabalhar dia e noite para cumprir os seus dois objectivos principais: Primeiro, atender o chamamento de D-US para reconstruir o Templo Sagrado em Jerusalém sem demora, para ser uma "Casa de Oração para todas as nações" (Isaías 56: 7). Em segundo lugar, atender o chamamento de D-US a Israel para estar pronto para cumprir a sua missão: "... ser uma nação santa, um reino de sacerdotes e uma luz para as nações" (Êxodo 19: 5,6; Isaías 42: 6; 49: 6).
Agora, somos chamados a duplicar os nossos esforços para impulsionar o cumprimento do chamamento de D-US para reconstruir o Templo Sagrado em Jerusalém. Não podemos nem imaginar como será cumprido sem o seu encorajamento, em pé com o Movimento Fiel e ajuda financeira. Juntamente com o Senhor de Israel e com todos vós, podemos fazê-lo, e devemos fazê-lo. (...)


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Obama reafirmou, como os seus antecessores, que Jerusalém é a capital eterna de Israel, e que a embaixada deve ser mudada para lá. E ninguém se indignou:

sábado, 9 de dezembro de 2017

O verdadeiro problema dos Árabes (e não só...)

 

Roteiro: Na competição de judô dos Jogos Olímpicos de 2016 no Brasil, um lutador de judo de peso-pesado israelense chamado Or Sasson derrotou seu oponente egípcio, Islam El Shehaby, em uma partida de primeira rodada.
O egípcio então se recusou a cumprimentar a mão estendida do israelense, ganhando vaias da multidão. Se você quiser a resposta curta para por que o mundo árabe está deslizando para o abismo, não procure mais do que este pequeno incidente.
Ele ilustra como o ódio para com Israel e os judeus corrompem todos os elementos da sociedade árabe. Você não encontrará essa explicação para o declínio do mundo árabe entre jornalistas e acadêmicos.
Eles criticam os suspeitos habituais: o legado do colonialismo, a juventude desempregada, a divisão sectária sunita-xiita e todas as outras desculpas politicamente corretas que eles possam pensar.
Para eles, o ódio à Israel é tratado como areia na Arábia - apenas parte da paisagem. No entanto, o fato é que nos últimos 70 anos o mundo árabe expulsou praticamente todos os seus judeus, cerca de 900.000 pessoas, mantendo o seu ódio contra eles. Com o passar do tempo, o resultado foi fatal: uma combinação de capital humano perdido, guerras caras contra Israel e uma vida intelectual pervertida por teorias de conspiração e busca perpétua de bodes expiatórios.
Os problemas do mundo árabe são um problema da mentalidade árabe, e o nome desse problema é o anti-semitismo. Como um fenômeno histórico, isso não é único. O historiador Paul Johnson observou que onde quer que o anti-semitismo tomou posse, declínio social e político quase inevitavelmente seguiram. Apenas alguns exemplos: A Espanha expulsou seus judeus em 1492. O efeito, Johnson observou, "era privar a Espanha (e suas colônias) de uma classe já notável para o astuto manejo de finanças". Na Rússia czarista, a adoção de numerosas leis anti-semitas acabou enfraquecendo e corrompendo todo o governo russo.
Essas leis também levaram à emigração judaica em massa, resultando em uma perda impressionante de capital intelectual e humano. A Alemanha poderia muito bem ter ganhado a corrida por uma bomba atômica se Hitler não tivesse enviado cientistas judeus como Albert Einstein e Edward Teller para o exílio nos EUA. Estes padrões foram replicados no mundo árabe. Contrariamente ao mito, a causa não foi a criação do Estado de Israel em 1948.
Houve sangrentos massacres anti-judaicos na Palestina em 1929, Iraque em 1941 e Líbia em 1945. Nem é preciso culpar Israel por alimentar o anti-semitismo recusando-se a negociar terras por paz. Entre os egípcios, o ódio de Israel mal diminuiu depois que o primeiro-ministro Menachem Begin devolveu toda a Península do Sinai ao Egito. E entre os palestinos, o anti-semitismo tornou-se marcadamente pior durante os anos do processo de paz de Oslo.

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Pequeno comentário:
Os judeus carregam o pesado fardo de serem o povo que recebeu a Revelação do monoteísmo. São um povo devotado ao estudo. Quando são expulsos de algum lugar (a perseguição religiosa sempre os teve como alvo) a primeira coisa que fazem é estabelecer uma escola
Daí que sejam o grupo humano com o QI médio mais elevado, o grupo humano que percentualmente ganha mais prémios Nobel, que mais brilha na ciência, negócios, arte, comunicação, etc.. Muita gente vê os judeus brilhar e diz que eles "dominam" esta ou aquela área. De facto "dominam" algumas áreas, como o Brasil domina o futebol mundial ou o meu Portugal "domina" a produção de cortiça. 
Muita gente fica invejosa e interpreta FACTOS como "alarde" de uma suposta "superioridade judaica". Onde existe gosto pelo trabalho e desejo de contribuir para o bem-estar colectivo, há quem veja uma sinistra conspiração. Uma franja de judeus bem sucedidos desperta ódios irracionais em milhões de pessoas.
Gente mesquinha entristece-se com o valor alheio. Gente bem formada abençoa e aproveita os frutos desse valor. Tanto quanto sei, não sou judeu, e no entanto sempre admirei os judeus, sem qualquer ponta de servilismo ou "puxa-saquismo". Como admiro por exemplo os japoneses, pelo seu labor, pelo seu civismo, pela originalidade da sua cultura, pela sua inteligência - até pela beleza das suas mulheres, porque não? E não passa pela cabeça de ninguém irritar-se com isso. Mas se forem os judeus... outro galo canta. Um galo muito feiote...
Sou uma pessoa mediana em tudo, e tenho um ou outro amigo de infância que é rico, ou famoso, ou excelente atleta, ou reputado académico, ou bem sucedido negociante. Não acho servilismo reconhecer-lhes o valor, a sorte ou o trabalho!
É tristemente ridículo que  os judeus, o "vermezinho de Jacob", o povinho pequenino e acossado, que foi o pioneiro na afirmação da igualdade entre os Homens, o povo que moldou a Civilização Ocidental e os seus valores éticos, sejam acusados de sentimento de "superioridade" quando alguém, ainda por cima que não eles, aponta para as suas contribuições para o bem-estar colectivo. Talvez se eles desatarem a pôr bombas nos transportes públicos, a massacrarem inocentes, etc., etc., estale por aí a campanha "Abrace um Judeu"...
NOTA: Se você está descontente com a sua vida, não culpe os ricos, os políticos, o capitalismo, o machismo, a sociedade de consumo, os banqueiros, a tradição judaico-cristã, os judeus, ou qualquer outro bode expiatório. Ponha as coisas em perspectiva, repare no que existe de bom à sua volta e verifique onde VOCÊ tem falhado. Se estiver mesmo convencido de que as causas supracitadas ou outras são a causa dos seus problemas, é fácil: emigre para a Coreia do Norte ou para o Afeganistão! Problema resolvido!

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Toda a vida europeia morreu em Auschwitz
Por Sebastian Vilar Rodrigez

Eu caminhava pelas ruas em Barcelona, e de repente descobri uma verdade terrível - A Europa morreu em Auschwitz ... Nós matámos seis milhões de judeus, que substituímos por 20 milhões de muçulmanos. Em Auschwitz queimámos uma cultura, o pensamento, a criatividade, o talento. Destruímos o povo escolhido, verdadeiramente escolhido, porque eles produziram grandes e maravilhosas pessoas que mudaram o mundo.

A contribuição deste povo é sentida em todas as áreas da vida: ciência, arte, comércio internacional, e acima de tudo, como a consciência do mundo. Estas são as pessoas que nós queimámos.

E sob o pretexto da tolerância, e porque queríamos provar a nós mesmos que estávamos curados da doença do racismo, abrimos as nossas portas a 20 milhões de muçulmanos (NDT: Já são bem mais de 50 milhões), que nos trouxeram estupidez e ignorância, extremismo religioso e falta de tolerância, crime e pobreza, devido a uma falta de vontade de trabalhar e sustentar as suas famílias com orgulho.

Eles têm explodido os nossos comboios e transformaram as nossas belas cidades espanholas num terceiro mundo, afogando-se em lixo e crime.

Calados nos apartamentos que recebem livre do governo, eles planeiam o assassinato e destruição de seus hospedeiros ingénuos.

E assim, na nossa miséria, trocámos a cultura pelo ódio fanático, a habilidade criativa pela habilidade destrutiva, a inteligência pelo atraso e pela superstição.

Trocámos a busca da paz dos judeus da Europa e o seu talento para um futuro melhor para os seus filhos, a sua determinação e o seu apego à vida, porque a vida é sagrada, por aqueles que buscam a morte, por pessoas consumidos pelo desejo de morte para eles próprios e para os outros, para os nossos filhos e os deles.

Que terrível erro foi cometido por esta Europa miserável.


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Clérigo muçulmano dando ordem para o genocídio de judeus 

Ver: Palestina Livre


Transcrição de um email:

O total da população islâmica (ou muçulmana) é de, aproximadamente, 1.800 000 000, isto é um bilião e oitocentos milhões  ou seja 25% da população mundial.
Eles receberam os seguintes Prémios Nobel:

Literatura
  • 1988 Najib Mahfooz
Paz
  • 1978 Mohamed Anwar El-Sadat
  • 1990 Elias James Corey
  • 1994 Yaser Arafat
  • 1999 Ahmed Zewai
Economia
  • (ninguém)

Física
  • (ninguém)

Medicina
  • 1960 Peter Brian Medawar
  • 1998 Ferid Mourad
TOTAL: 7 (sete) 

O total da população de Judeus é, aproximadamente, 14 000 000, isto é catorze milhões ou seja cerca de 0,02% da população mundial. Eles receberam os seguintes Prémios Nobel:

Literatura
  • 1910 - Paul Heyse
  • 1927 - Henri Bergson
  • 1958 - Boris Pasternak
  • 1966 - Shmuel Yosef Agnon
  • 1966 - Nelly Sachs
  • 1976 - Saul Bellow
  • 1978 - Isaac Bashevis Singer
  • 1981 - Elias Canetti
  • 1987 - Joseph Brodsky
  • 1991 - Nadine Gordimer World
Paz
  • 1911 - Alfred Fried
  • 1911 - Tobias Michael Carel Asser
  • 1968 - Rene Cassin
  • 1973 - Henry Kissinger
  • 1978 - Menachem Begin
  • 1986 - Elie Wiesel
  • 1994 - Shimon Peres
  • 1994 - Yitzhak Rabin
Física
  • 1905 - Adolph Von Baeyer
  • 1906 - Henri Moissan
  • 1907 - Albert Abraham Michelson
  • 1908 - Gabriel Lippmann
  • 1910 - Otto Wallach
  • 1915 - Richard Willstaetter
  • 1918 - Fritz Haber
  • 1921 - Albert Einstein
  • 1922 - Niels Bohr
  • 1925 - James Franck
  • 1925 - Gustav Hertz
  • 1943 - Gustav Stern
  • 1943 - George Charles de Hevesy
  • 1944 - Isidor Issac Rabi
  • 1952 - Felix Bloch
  • 1954 - Max Born
  • 1958 - Igor Tamm
  • 1959 - Emilio Segre
  • 1960 - Donald A. Glaser
  • 1961 - Robert Hofstadter
  • 1961 - Melvin Calvin
  • 1962 - Lev Davidovich Landau
  • 1962 - Max Ferdinand Perutz
  • 1965 - Richard Phillips Feynman
  • 1965 - Julian Schwinger
  • 1969 - Murray Gell-Mann
  • 1971 - Dennis Gabor
  • 1972 - William Howard Stein
  • 1973 - Brian David Josephson
  • 1975 - Benjamin Mottleson
  • 1976 - Burton Richter
  • 1977 - Ilya Prigogine
  • 1978 - Arno Allan Penzias
  • 1978 - Peter L Kapitza
  • 1979 - Stephen Weinberg
  • 1979 - Sheldon Glashow
  • 1979 - Herbert Charles Brown
  • 1980 - Paul Berg
  • 1980 - Walter Gilbert
  • 1981 - Roald Hoffmann
  • 1982 - Aaron Klug
  • 1985 - Albert A. Hauptman
  • 1985 - Jerome Karle
  • 1986 - Dudley R. Herschbach
  • 1988 - Robert Huber
  • 1988 - Leon Lederman
  • 1988 - Melvin Schwartz
  • 1988 - Jack Steinberger
  • 1989 - Sidney Altman
  • 1990 - Jerome Friedman
  • 1992 - Rudolph Marcus
  • 1995 - Martin Perl
  • 2000 - Alan J.. Heeger
Economia
  • 1970 - Paul Anthony Samuelson
  • 1971 - Simon Kuznets
  • 1972 - Kenneth Joseph Arrow
  • 1975 - Leonid Kantorovich
  • 1976 - Milton Friedman
  • 1978 - Herbert A. Simon
  • 1980 - Lawrence Robert Klein
  • 1985 - Franco Modigliani
  • 1987 - Robert M. Solow
  • 1990 - Harry Markowitz
  • 1990 - Merton Miller
  • 1992 - Gary Becker
  • 1993 - Robert Fogel
Medicina
  • 1908 - Elie Metchnikoff
  • 1908 - Paul Erlich
  • 1914 - Robert Barany
  • 1922 - Otto Meyerhof
  • 1930 - Karl Landsteiner
  • 1931 - Otto Warburg
  • 1936 - Otto Loewi
  • 1944 - Joseph Erlanger
  • 1944 - Herbert Spencer Gasser
  • 1945 - Ernst Boris Chain
  • 1946 - Hermann Joseph Muller
  • 1950 - Tadeus Reichstein
  • 1952 - Selman Abraham Waksman
  • 1953 - Hans Krebs
  • 1953 - Fritz Albert Lipmann
  • 1958 - Joshua Lederberg
  • 1959 - Arthur Kornberg
  • 1964 - Konrad Bloch
  • 1965 - Francois Jacob
  • 1965 - Andre Lwoff
  • 1967 - George Wald
  • 1968 - Marshall W. Nirenberg
  • 1969 - Salvador Luria
  • 1970 - Julius Axelrod
  • 1970 - Sir Bernard Katz
  • 1972 - Gerald Maurice Edelman
  • 1975 - Howard Martin Temin
  • 1976 - Baruch S. Blumberg
  • 1977 - Roselyn Sussman Yalow
  • 1978 - Daniel Nathans
  • 1980 - Baruj Benacerraf
  • 1984 - Cesar Milstein
  • 1985 - Michael Stuart Brown
  • 1985 - Joseph L. Goldstein
  • 1986 - Stanley Cohen [& Rita Levi-Montalcini]
  • 1988 - Gertrude Elion
  • 1989 - Harold Varmus
  • 1991 - Erwin Neher
  • 1991 - Bert Sakmann
  • 1993 - Richard J. Roberts
  • 1993 - Phillip Sharp
  • 1994 - Alfred Gilman
  • 1995 - Edward B. Lewis
  • 1996- Lu RoseIacovino

TOTAL: 128 (cento e vinte e oito)

Os judeus não estão a promover lavagens cerebrais a crianças em campos de treino militar, ensinando-os a fazerem-se explodir e causar um máximo de mortes a judeus e a outros não muçulmanos. Os judeus não desviam  aviões, nem matam atletas nos Jogos Olímpicos, nem se fazem explodir em restaurantes alemães.
Não há um único judeu que tenha destruído uma igreja. NÃO há um único judeu que proteste matando pessoas. Os judeus não traficam escravos, não têm líderes a clamar pela Jihad Islâmica e pela morte de todos os infiéis. Talvez os muçulmanos do mundo devessem considerar investir mais numa educação modelo e menos em queixarem-se dos judeus  por todos os seus problemas.
Os muçulmanos deviam perguntar o que poderiam fazer  pela Humanidade antes de pedir que a Humanidade os respeite.
Independentemente dos seus sentimentos sobre a crise entre Israel e os seus vizinhos "palestinianos"  e árabes, mesmo que creiamos que há mais culpas da parte de Israel, as duas frases que se seguem realmente dizem tudo:
"Se os árabes depusessem hoje as suas armas não haveria mais violência. Se os judeus depusessem hoje as suas armas  não haveria mais Israel " (Benjamin Netanyahu).

Por uma questão histórica, quando o Comandante Supremo das Forças Aliadas, General Dwight Eisenhower, encontrou todas as vítimas mortas nos campos de concentração nazi, mandou que as pessoas ao visitarem esses  campos de morte, tirassem todas as fotografias possíveis, e para os alemães das aldeias próximas serem levados através dos campos e que enterrassem os mortos.
Ele fez isto porque disse de viva voz o seguinte: "Gravem isto tudo hoje. Obtenham os filmes, arranjem as testemunhas, porque poderá haver algum malandro lá em baixo, na estrada da História, que se levante e diga que isto nunca aconteceu".
Recentemente, no Reino Unido, debateu-se a intenção de remover  o Holocausto do curriculum escolar, porque era uma ofensa para a população  muçulmana, a qual diz que o Holocausto nunca aconteceu. Até agora ainda não foi retirado do curriculum. Contudo é uma demonstração do grande receio que está a preocupar o mundo e a facilidade com que as nações o estão a aceitar.
Já passaram mais de sessenta anos depois da Segunda Guerra Mundial na Europa ter terminado. O conteúdo deste mail está a ser enviado como uma cadeia em memória dos 6 milhões de judeus, dos 20 milhões de russos, dos 10 milhões de cristãos e dos 1 900 padres Católicos que foram assassinados, violados, queimados, que morreram de fome, foram  espancados, e humilhados enquanto o povo alemão olhava para o outro lado.

Agora, mais do que nunca, com o Irão entre outros, reclamando que o Holocausto é um mito, é imperativo assegurar-se de que o mundo nunca esquecerá. É intento deste mail que chegue a 400 milhões de pessoas. Que seja um elo na cadeia-memorial e ajude a distribui-lo pelo mundo.
Depois do ataque ao World Trade Center, quantos anos passarão antes que se diga "NUNCA ACONTECEU", porque isso pode ofender alguns  muçulmanos nos Estados Unidos?

sexta-feira, 8 de dezembro de 2017

Análise: A verdadeira resposta "palestina" ao discurso de Trump sobre Jerusalém

"Recentemente, mais de 300 fiéis muçulmanos foram massacrados por terroristas muçulmanos enquanto oravam numa mesquita no Sinai, no Egipto. Essa tragédia provavelmente foi coberta por menos jornalistas do que o episódio orquestrado da queima dos cartazes de Trump em Belém."
- Um post para a secção JORNALISMO, que devia chamar-se JORNALIXO.


Ao falsificar uma "cerimónia" de queima de cartazes como reflexo da grande ira "palestina" em relação à política de Trump em Jerusalém, a Imprensa internacional é mais uma vez cúmplice na promoção da propaganda da "Autoridade Palestina".
Por: Bassam Tawil, The Gatestone Institute
 Via World Israel News, com tradução nossa.

Três horas depois que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ter telefonado para o presidente da "Autoridade Palestina", Mahmoud Abbas, para o informar sobre a sua intenção de mudar a embaixada dos EUA de Tel Aviv para Jerusalém, um número de fotojornalistas "palestinos" recebeu um telefonema de Belém.
Quem telefonou foram "activistas palestinos", que convidaram os fotógrafos a irem à cidade para documentar um "evento importante".
Quando os fotógrafos chegaram, descobriram que o "evento importante" era um punhado de "activistas palestinos" que queriam queimar cartazes de Trump na frente das câmaras. Os "activistas" esperaram pacientemente enquanto os fotojornalistas e os câmaras montavam os seus equipamentos para registarem o "evento importante".
Pouco tempo depois, a Imprensa irrompia com notícias abomináveis sobre "manifestantes palestinos em fúria, que invadiram as ruas para protestar" contra a intenção de Trump de mudar a embaixada para Jerusalém e o seu reconhecimento da cidade como a capital de Israel.
O punhado de "palestinos" que foram filmados e que queimavam as fotos de Trump foram  dispostos para parecerem parte de um protesto em massa das comunidades "palestinas".
Os jornalistas são cúmplices da MENTIRA:
 

Este incidente representa mais um exemplo do conluio entre os "palestinos" e os meios de comunicação, cujos representantes ficam sempre felizes por servirem de porta-vozes para a máquina de propaganda "palestina" e por fornecerem uma plataforma aberta para transmitir ameaças "palestinas" contra Israel e os EUA.
Se os fotógrafos e os câmaras não se apresentassem no evento "espontâneo" de queima de cartazes, os "activistas palestinos" teriam sido forçados a regressar silenciosamente aos cafés finos de Belém.
Repórteres morrem de fome de sensacionalismo
No entanto, não houve esse problema: os "activistas palestinos" estão bem cientes de que os repórteres locais e estrangeiros estão famintos de sensacionalismo - e que imagem mais saborosa do que cartazes de Trump em chamas no meio do local de nascimento de Jesus, na véspera de Natal, quando milhares de peregrinos e turistas cristãos convergem para a cidade?
Ao falsificarem a "cerimónia" de queima de cartazes como um reflexo da raiva "palestina" generalizada em relação à política de Trump sobre Jerusalém, a Imprensa internacional é mais uma vez cúmplice na promoção da propaganda dos maquinadores "palestinos".


Os protestos que alimentam o "jornalismo" dos nossos dias...


Líderes e porta-vozes "palestinos" esforçam-se para criar a impressão de que a política de Trump em relação a Jerusalém porá a região em chamas. Eles também procuram enviar uma mensagem ao povo americano de que a política do seu presidente põe em perigo as suas vidas.
A Imprensa ofereceu-se para servir a campanha "palestina" de intimidação. E o comparecimento dos jornalistas na farsa da queima de cartazes em Belém é apenas o começo.
Agora que os "palestinos" conseguiram, com a ajuda dos media, gravar essas imagens nas mentes de milhões de americanos, estão a planear protestos mais organizados. O objectivo: aterrorizar o público americano e forçar Trump a recuar na sua decisão sobre o status de Jerusalém.
Essa táctica de intimidação através através dos media não é nova. Na verdade, é algo que vem acontecendo desde há décadas, em grande parte graças aos jornalistas ocidentais, que se vendem. 

Os jornalistas são cúmplices da MENTIRA:

 

Os jornalistas "palestinos" e ocidentais foram convidados a cobrir uma série de protestos planeados pelos "palestinos" nos próximos dias e semanas em resposta às políticas de Trump.
Os jornalistas, incluindo fotógrafos e equipes de câmara, receberam horários detalhados de eventos que terão lugar em diferentes partes da Judia e Samaria aka Cisjordânia, e na Faixa de Gaza.
Os jornalistas anseiam por mais cenas de fotos de Trump e bandeiras dos EUA a arder.
Alguns dos jornalistas até receberam indicações sobre os locais onde os "confrontos" vão ocorrer entre os rebeldes "palestinos" e os soldados da Força de Defesa de Israel.
Os jornalistas têm sido informados sobre precisamente onde eles precisam estar para documentar os "palestinos" atirando pedras contra os soldados - e a resposta das Forças de Defesa de Israel.

A causa da moda: Perseguir e difamar Israel... e Trump
Se, por qualquer motivo, as câmaras não comparecem, os "activistas" também não. No mundo "palestino", trata-se de manipular os media  e recrutá-los em favor da causa. E a causa é sempre derrubar  Israel - e Trump logo a seguir.
Sim, os "palestinos" vão protestar nos próximos dias contra Trump. Sim, eles irão para as ruas e lançarão pedras aos soldados do IDF. Sim, eles queimarão imagens e bandeiras de Trump e dos Estados Unidos. E sim, eles tentarão realizar ataques terroristas contra israelitas.
Mas quando nos sentamos nas nossas salas de estar e vemos as notícias da Judeia e Samaria aka Cisjordânia e da Faixa de Gaza, perguntemo-nos: quantos desses "eventos" são, de facto, afinal, burlescas encenações dos meios de comunicação?

 Os jornalistas são cúmplices da MENTIRA (mortos irrequietos):


Porque é que os jornalistas se deixam enganar pela máquina de propaganda "palestina", que desencadeia o ódio e a violência de manhã à noite?

E porque é que os jornalistas estão a exagerar e agravar as ameaças "palestinas" de violência e anarquia?
- Primeiro, muitos dos jornalistas desejam apaziguar os seus leitores e editores, oferecendo-lhes histórias que difamam Israel.
- Em segundo lugar, alguns jornalistas acreditam que escrever histórias anti-Israel lhes prepara o caminho para ganharem prémios de diversas organizações de "sinalização de virtude".
- Em terceiro lugar, muitos jornalistas acreditam que difamar Israel lhes dá acesso aos chamados "liberais" e a uma elite supostamente "esclarecida" que romantiza o estar "do lado certo da História".
Os jornalistas não querem ver que 21 Estados muçulmanos têm tentado por muitas décadas destruir um Estado judeu; em vez disso, eles pensam que se os jornalistas forem "liberais" e "abertos", devem apoiar o "perdedor", que eles acreditam serem "os palestinos".
- Em quarto lugar, muitos dos jornalistas vêem o conflito como sendo entre pessoas malignas (supostamente os israelitas) e pessoas boas (supostamente os "palestinos") e que é seu dever ficar com os "bons", mesmo que os "bons" se envolvam em violência e terrorismo.


Os jornalistas são cúmplices da MENTIRA:


Não houve "dias de raiva" após o massacre da mesquita do Sinai
Recentemente, mais de 300 fiéis muçulmanos foram massacrados por terroristas muçulmanos enquanto oravam numa mesquita no Sinai, no Egipto. Essa tragédia provavelmente foi coberta por menos jornalistas do que o episódio orquestrado da queima dos cartazes de Trump em Belém.
Onde esteve o clamor no mundo árabe e islâmico?
Agora, árabes e muçulmanos estão a falar sobre "dias de raiva" em protesto contra Trump. Porque não houve "dias de raiva" nos países árabes e islâmicos quando mais de 300 fiéis, muitos deles crianças, foram massacrados durante as preces de sexta-feira?
É hora de alguma auto-reflexão por parte dos media: os jornalistas realmente desejam continuar a servir como porta-vozes para os árabes e muçulmanos que intimidam e aterrorizam o Ocidente?
Os jornalistas colaboram activamente com a "Autoridade Palestina" e o Hamas para criar a falsa impressão de que a III Guerra Mundial entrará em erupção se a embaixada dos EUA for movida para Jerusalém.
Centenas de milhar de muçulmanos e cristãos foram massacrados desde o início da "Primavera árabe" há mais de seis anos. Eles foram mortos por terroristas muçulmanos e outros árabes. O banho de sangue continua até hoje no Iémen, na Líbia, na Síria, no Iraque e no Egipto.

Os "rios de sangue" que nos estão a ser prometidos fluem enquanto falamos. É a faca que os árabes e os muçulmanos levantam contra as gargantas uns dos outros que é a fonte desses rios de sangue, e não uma declaração feita por um presidente dos EUA. Talvez isso possa finalmente ser um evento que valha a pena cobrir pelos repórteres itinerantes da região?
Bassam Tawil é um muçulmano baseado no Médio Oriente.

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Os jornalistas são cúmplices da MENTIRA: