sexta-feira, 26 de maio de 2017

Robert Spencer envenenado na Islândia


"O Islão entende que a sua missão na Terra é impor a lei de Alá ao Mundo pela força" - Robert Spencer, responsável pelo site Jihad Watch, escritor, conferencista, resistente à invasão islâmica do Mundo Livre. Foi envenenado por dizer a VERDADE, por apontar os FACTOS. 

"Não tenho a menor dúvida de que quem me envenenou na Islândia ficou feliz com o que fez. Se ele disse a alguém o que ele fez, tenho a certeza de que ele foi saudado como um herói. Também estou ciente de que muitos dos que lêem isto irão cantar e exultar sabendo que alguém que odeia a minha oposição ao terror da Jihad e à opressão da Sharia me deixou gravemente doente. É assim que a esquerda se tornou degenerada e má. 
Enquanto isso, na Islândia e em todo o Ocidente, os estudantes de esquerda mobilizam-se e ameaçam fisicamente os palestrantes conservadores. Os porta-vozes esquerdistas entregam-se frequentemente à rectórica mais histérica para difamar os seus inimigos. Os políticos acovardam-se, com medo, e recusam-se a discutir essas questões, garantindo apenas que os problemas que identifiquei quando falei em Reykjavik continuem a crescer, na Islândia e em outros lugares.  
Nos anos 1920 e 1930, à medida que subiam ao poder na Alemanha, os nazis doutrinavam os seus jovens seguidores com a mesma mensagem: aqueles que se opõem a nós são maus. Aqueles que os brutalizam estão a fazer uma coisa louvável. 
Todos nós vimos onde isso levou. Quando eu estava deitado na minha cama de hospital em Reykjavik na semana passada, pensei nesses dias, e sobre como a demonização que a esquerda faz dos seus oponentes hoje levará a exactamente à mesma coisa. Eu experimentei isso, na minha infeliz visita àquela terra feliz."

in Robert Spencer envenenado após dar palestra anti-Jihad na Islândia

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Robert Spencer e Pamela Geller, do movimento Stop Islamization of America, em acção de apoio à comunidade sikh, alvo frequente da violência e do terrorismo islâmico. O facto de Spencer ser também amigo de Israel deve ter pesado na motivação para o crime. Para os comunistas e para a sua subdivisão nazi, quem apoia o direito dos judeus à vida, merece a morte. Sempre assim foi.

Há muito que avisamos que está em marcha um novo Nazismo, um novo internacionalismo Comunista, de braço dado com o Islão e com o globalismo de Soros e Companhia, para aniquilarem o Mundo Livre. A propaganda é levada a cabo pela classe jornalística. A tropa de choque é uma juventude embrutecida, manipulada, mentalmente condicionada. Estes jovens MATAM. Como os jovens islâmicos seus aliados.  

Nova Ordem Mundial Para Totós



A Robert Spencer os nossos votos de boas melhoras. 

Agora, algumas propostas de reflexão:

1. AMOSTRA DOS IDIOTAS ÚTEIS DE ESQUERDA: UMA GERAÇÃO (DES)EDUCADA PARA SE ODIAR A SI MESMA, À SUA CULTURA, AO SEU PAÍS, AOS SEUS VALORES. UMA GERAÇÃO QUE NÃO SABE PENSAR, APENAS SABE BRANDIR SLOGANS E ODIAR POR REFLEXO CONDICIONADO: 









ETC., ETC., ETC. ...

MAS HÁ ESPERANÇA:






COMPREENDENDO O FENÓMENO 
PERANTE A FALÊNCIA DO MODELO COMUNISTA, QUE CAUSOU A DESGRAÇA POR ONDE PASSOU (E CONTINUA, VEJA-SE P. EX. COREIA DO NORTE OU VENEZUELA) OS FERRENHOS DO SOCIALISMO CIENTÍFICO ENCONTRARAM OUTRA ESTRATÉGIA PARA TOMAR O PODER:




 A AFINIDADE ENTRE COMUNISTAS E ISLAMISTAS
Todo comunista, sem exceção, é cúmplice de genocídio, é um criminoso, um celerado, tanto mais desprovido de consciência moral quanto mais imbuído da ilusão satânica da sua própria santidade.
Nenhum comunista merece consideração, nenhum comunista é pessoa decente, nenhum comunista é digno de crédito.
São todos, junto com os nazistas e os terroristas islâmicos, a escória da espécie humana. Devemos respeitar seu direito à vida e à liberdade, como respeitamos o dos cães e das lagartixas, mas não devemos lhes conceder nada mais que isso. E seu direito à vida cessa no instante em que atentam contra a vida alheia.
 (...) Sim, os comunistas são diferentes da humanidade normal. São diferentes porque se acham diferentes. São inferiores porque se acham superiores. São a escória porque se acham, como dizia Che Guevara, “o primeiro escalão da espécie humana”.
Eles têm, no seu próprio entender, o monopólio do direito de matar. Quando espalham bombas em lugares onde elas inevitavelmente atingirão pessoas inocentes, acham que cumprem um dever sagrado. Quando você atira no comunista armado antes que ele o mate, você é um monstro fascista. (...)
Quem pode esperar um debate político razoável com pessoas de mentalidade tão deformada, tão manifestamente sociopática? 
Um comunista honesto, um comunista honrado, um comunista bom, um comunista que por princípio diga a verdade contra o Partido, um comunista que sobreponha aos interesses da sua maldita revolução o direito de seus adversários à vida e à liberdade, um comunista sem ódio insano no coração e ambições megalômanas na cabeça, é uma roda triangular, um elefante com asas, uma pedra que fala, um leão que pia em vez de rugir e só come alface. Não existiu jamais, não existe hoje, não existirá nunca.

OLAVO DE CARVALHO - A ESCÓRIA DO MUNDO 


P.S. - Nem só de terrorismo puro e duro vive o Islão. A hostilidade dos muçulmanos, dos "pobres refugiados" a quem os acolhe, é o pão nosso de cada dia das cidades europeias. Aqui é na Alemanha, onde simpáticos muçulmanos gritam na rua que pretendem "f**** a mãe de alguém" e atacam transeuntes à cinturada e à facada.


Uma gente encantadora!!! Os jovens esquerdistas, como os que envenenaram Robert Spencer, acham isto do mais fino recorte cheguenvariano! Afinal, é mais ou menos assim que tratam os pais e a Sociedade, que os sustentam e os aturam.

quinta-feira, 25 de maio de 2017

Massacre de Manchester: "pobres refugiados" líbios eram terroristas perigosos



Ó D. Joana Amaral Dias, o terrorismo é genético e hereditário?
Ó Senhora Doutora D. Joana Amaral Dias: se eles são apenas pobre vítimas do capitalismo, gente com "problemas mentais", porque é que a Polícia e Tropa estão todas nas ruas da Europa? Não deveríamos antes mandar psicólogos, como a Senhora?... QUER TOMAR A INICIATIVA DE IR PARA A SÍRIA E PARA O IRAQUE, QUIÇÁ PARA ÁFRICA, DOUTRINAR OS "DOENTES MENTAIS" DO ISIS, DA AL-QAEDA, DO BOKO-HARAM?

  
A especialista em saúde mental Joana Amaral Dias.

Senhora Doutora D. Joana Amaral Dias,
A Senhora que é psicóloga, extrema-esquerdista, feminista, e tudo quanto é bom e SUPERIOR, garantiu, com sua habitual gritaria autoritária, de modo a não deixar qualquer dúvida, que o pobre jovem muçulmano (logo SUPERIOR, como a Senhora) Salman Abedi, que só matou uns insignificantes 22 inocentes, tinha problemas mentais, e que a culpa é nossa, dos europeus, que não tratamos bem essas pessoas.
Explique-nos, a Senhora que é um ser sublime, que toca piano e fala Francês e não é uma reles proletária obtusa como nós, como é que a família do terrorista (que só por acaso é muçulmana e frequenta mesquitas de ódio, passe a redundância), anda toda metida no terrorismo! É genético?


O pai do terrorista disse que o filho é inocente, e que a família "não acredita na morte de inocentes". E a Imprensa Ocidental acatou, como uma verdade absoluta. Mas o senhor é, ele mesmo, um terrorista da fileira dos bin Laden e companhia! A Imprensa está do lado dos terroristas, defende as declarações do terrorista pai!

No Islão é obrigatório mentir ao infiel:

SABER ESTAS QUATRO PALAVRAS ÁRABES PODE SALVAR A NOSSA CIVILIZAÇÃO


Cá, posam como "pobres refugiados". Lá, são terroristas (o Salman Abedi andou na Síria com o ISIS, e o papá é membro do grupo terrorista salafista mais radical - passe a redundância).

Pai e irmãos do assassino em massa e jihadista suicida de Manchester, foram presos, por ligações ao Estado Islâmico e al-Qaeda


Lembramos: "Salman e seu irmão Ismail adoravam na mesquita Didsbury, onde o seu pai, que é conhecido como Abu Ismail dentro da comunidade, é uma figura bem conhecida. Ele costumava recitar as orações islâmicas. Ele tem uma voz absolutamente linda. E os seus filhos aprenderam o Alcorão de cor.'"

"O pai Abedi, que tem laços com a Al-Qaeda e o Estado Islâmico, é uma figura bem conhecida na Mesquita de Didsbury. Porque é que a vasta maioria dos pacíficos muçulmanos não repreende os filhos pelas suas inclinações jihadistas?" - pergunta Robert Spencer.
Enquanto isso, a Imprensa internacional não teme os anunciados novos ataques.  Teme "represálias contra os muçulmanos". Os europeus não cometerão represálias, como ainda não cometeram. Podeis descansar, jornalistas. Os europeus querem evitar uma guerra civil. E não querem correr o risco de ser injustos, prejudicando muçulmanos pacíficos (que os há, poucos mas há).
Entretanto, o tema do dia para a Imprensa foi "o Trâmpe", que parece que a Melania não lhe deu a mão à chagada a Itália. Ah, Ah! o racista do Trump, que está a deportar terroristas como os de Manchester! Bem feita! 

Dantes do Reino Unido havia aqueles polícias munidos apenas de um cassetete e um bloco notas, que diziam "Hello Hello Hello...". Agora é metralhadora colete à prova de bala! Obrigado muçulmanos!

O mano Ismail Abedi sorriu quando foi preso por terrorismo, porque sabe que o seu envolvimento no Massacre lhe assegura a recompensa de Alá.

"Pai e irmãos de Salman Abedi, o bombista de Manchester, foram presos, por estarem ligados ao ISIS e à Al Qaeda" 
Fox News, 24 de Maio de 2017 (graças ao Geller Report):

    Salman Abedi parece não ser o único membro da sua família a abrigar pontos de vista extremistas. Agentes líbios prenderam o pai do suicida e dois irmãos, e descobriram o que os investigadores chamaram um complot para um novo ataque.


    Hashim Abedi, nascido em 1997, foi preso em Tripoli na noite de quarta-feira pela força antiterrorista da Líbia, a Rada, por suspeita de ligação com o Estado Islâmico, e estava a planear um novo ataque, na capital líbia, disse um porta-voz do governo à Reuters.

    O pai do homem-bomba foi preso em Trípoli na quarta-feira, disse um porta-voz da segurança líbia à Associated Press. O pai, Ramadan Abedi, disse que outro irmão do atacante, Ismail, foi preso na terça-feira.

    A mãe de Salman, Samia Tabbal, supõe-se ter regressado à Líbia, enquanto o perfil do Facebook da irmã, Jomana, sugere que ela ainda vive em Manchester. A mãe foi descrita num artigo do Guardian como uma "mulher muito agradável", que ensinou a filha de um amigo a ler o Alcorão.

  Abdel-Basit Haroun, ex-oficial de segurança na Líbia, disse à Associated Press na quarta-feira que conhecia pessoalmente Ramadan Abedi, pai de Salman Abedi, e que Abedi foi membro do Grupo de Combate Islâmico da Líbia nos anos 90. O grupo tinha ligações com a Al Qaeda.

NOTA NOSSA: Os media ignoram as vítimas (acima) e descrevem os Abedi como "pobres refugiados que escaparam ao regime de Kadafi". Quando é que esta gente vai perceber que os "refugiados", salvo algumas excepções, são invasores? A Polícia (agora, que teve autorização!) não pára de descobrir mais elementos e mais bombas da rede terrorista.


    Embora o LIFG se tenha dissolvido, Haroun disse que o pai pertence ao movimento Salafi Jihadi, a seita mais extremista do salafismo e da qual a Al Qaeda e o grupo Estado Islâmico/ISIS saíram. Haroun acrescentou que Abedi, também conhecido como Abu Ismail, havia retornado à capital líbia, Trípoli.

    O LIFG foi fundado em 1995 e esteve envolvido em tentativas de assassinar o então líder líbio Moammar Kadafi, bem como em violentos confrontos com a polícia de Benghazi. Em 2002, um comandante sénior do LIFG, Anas al-Libi, que também era companheiro do fundador da Al Qaeda, Osama bin Laden, foi detido pelas forças dos EUA pelo seu papel nos bombardeamentos das embaixadas americanas no Quénia e na Tanzânia em 1998, que mataram mais de 200 pessoas.


    O grupo também esteve envolvido nos distúrbios sangrentos na prisão de Abu Salim, perto de Benghazi, em 1996, que matara mais de 1.200 prisioneiros.


    O LIFG está associado ao Grupo Combatente Islâmico Marroquino no planeamento dos atentados de Maio de 2003 em Casablanca, no Marrocos, que mataram mais de 40 pessoas e feriram mais de 100. O grupo também está relacionado aos ataques de 2004 em Madrid, que mataram 194 pessoas .

    Ramadan Abedi escapou de Trípoli em 1993 depois de as autoridades de segurança de Kadafi emitirem um mandado de prisão e, finalmente, procuraram asilo político na Grã-Bretanha. O pai Abedi imigrou primeiramente para Londres, antes de se estabelecer na área de Whalley em Manchester sul, onde viveram durante pelo menos uma década.



"Mas se o pobre rapaz nasceu em Inglaterra, porque é que matou as pessoas?" - perguntam, fazendo-se parvos, os comentadores e analistas. (Re)veja o que eles ensinam nas escolas islâmicas no Reino Unido:


        "Nós não acreditamos em matar inocentes. Não somos assim."

        - Ramadan Abedi, pai de bombista de Manchester Salman Abedi

    O bairro é conhecido por ser o lar de vários ex-membros do LIFG que vivem no exílio, incluindo Abd al-Baset Azzouz - um especialista em bombas que deixou Manchester para dirigir uma rede terrorista no leste da Líbia, supervisionada por Ayman al-Zawahiri, e Osama bin Laden, líder da Al Qaeda. A Imprensa no Reino Unido informou em 2014 que Azzouz tinha de 200 a 300 militantes sob seu controle.


    Ramadan Abedi - que agora é o gerente administrativo da Força Central de Segurança na capital líbia - negou à Associated Press que o seu filho esteja ligado a qualquer grupo militante ou ao atentado suicida que matou 22 pessoas.

    O pai do suposto terrorista disse que a sua família "não faz explodir inocentes".

    "Nós não acreditamos em matar inocentes. Não somos assim", disse ele.


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Certo. Mas os não-muçulmanos são inocentes? Os muçulmanos consideram-nos "Cruzados", e vivem para nos esmagar:

Estado Islâmico: "Aproximadamente 100 cruzados mortos e feridos por dispositivos explosivos detonados em Manchester"




E AGORA CONFIRA DE NOVO:

As 10 fases por que passa a reacção ao terrorismo islâmico

«Sempre que meia dúzia de transeuntes são trucidados numa cidade europeia, a primeira fase consiste em proclamar que nada indica tratar-se de um acto terrorista.
Numa segunda fase, aceita-se que, se calhar, até foi um acto terrorista.
A terceira fase implica atribuir a matança exclusivamente à arma utilizada, seja um pechisbeque explosivo, uma faca ou um camião (a frase “camião abalroa X pessoas” tornou-se um clássico do jornalismo cauteloso e da dissimulação).
Na quarta fase, descobre-se, não sem algum espanto, que o explosivo, a faca ou o camião tinham alguém a manobrá-los, embora haja pressa em adiantar que as motivações do manobrador permanecem obscuras.
Na quinta fase, o espanto redobra quando se percebe que o nome do homicida é Abdullah, Ahmed, Ali, Assan, Atwah, Aymen (noto que ainda não chegamos aos “bb”) ou algo com ressonância pouco latina, anglo-saxónica ou asiática.
A sexta fase envolve um questionário aos conhecidos de Abdullah, que o caracterizam como uma jóia de rapaz.
Na sétima fase, suspeita-se que a jóia afinal viajara recentemente para a Síria e participava em “sites” de ligeira influência “jihadista”, onde jurava matar os infiéis que se lhe atravessassem à frente (uma promessa literal no caso da utilização de camiões).
A oitava fase decide que Abdullah se “radicalizara”, ou seja, jurara devoção ao Estado Islâmico, a que chamamos Daesh só por pirraça.
A nona fase estabelece que Abdullah, ele mesmo um infeliz afectado por distúrbios psiquiátricos ou discriminação social ou ambos em simultâneo, não representa o Islão, por muito que o próprio afirme aos berros o contrário.
A décima fase é essencial: aos tremeliques, o poder político declara que nunca cederá ao medo; os jornais desenham capas giras e vagas a propósito; o povo sai à rua a cantar o “Imagine” ou fica no Facebook a “solidarizar-se” com as vítimas sem referir os culpados

quarta-feira, 24 de maio de 2017

Irmão mais novo do assassino jihadista de Manchester preso na Líbia por ligação ao Estado Islâmico

Tudo em família! 


Tão fofinho, a matar os infiéis...
Enquanto os media  incensam o terrorista ("um pobre jovem com problemas mentais devido ao capitalismo ocidental") e a sua família, a quem dispensam toda a solidariedade neste momento difícil, pela perda do seu ente querido, que se fez explodir em nome de Alá e matou 22 inocentes, a pouco e pouco vai-se descobrindo que o terrorismo era negócio de família!
A impagável Joana Amaral Dias esganiçava-se toda, como uma hárpia, a decretar que o Massacre de Manchester nada teve a ver com o Islão. Que se tratou apenas da incompetência europeia em lidar com o problema da saúde mental.

A especialista em saúde mental Joana Amaral Dias.

Visto que ela é psicopa... perdão, psicóloga, é capaz de querer explicar-nos como é que uma doença tão grave afecta os dois irmãos do pobre Salman Abedi. Sendo que um deles vive na Líbia, onde tudo é paradisíaco e perfeito por natureza, ao contrário do nosso fétido mundo capitalista...


Salman Abedi, um assassino em massa que é, como todos os assassinos, "uma pobre vítima da sociedade capitalista, do colonialismo e da tradição judaico-cristã". É o novo poster boy da esquerda.


"Irmão mais novo de Salman Abedi preso na Líbia por ligação ao ISIS"

por Will Worley, Independent, 24 de Maio de 2017:

    
Autoridades líbias dizem ter detido Hashem Abedi, o irmão mais novo do atacante de Manchester Salman Abedi, em Tripoli, por suspeita de ligações ao ISIS.

    
Uma força local contra o terrorismo conhecida como Rada deteve Abedi, de 20 anos, na noite de terça-feira.

   
O irmão, Salman Abedi, matou 22 pessoas e feriu muitas mais depois de detonar uma bomba suicida num concerto em Manchester na noite de segunda-feira.

    
Hashem Abedi tinha estado em contacto com o terrorista Salman Abedi, disse o porta-voz Ahmed Bin Salem à Reuters.

    
"Temos provas de que ele está envolvido com o Daesh (ISIS) com o seu irmão", disse Bin Salem. Há mais de um mês e meio que o seguimos.

    
"Ele estava em contacto com o irmão e sabia do ataque".

    
Salman Abedi também passou algum tempo na Líbia, de onde a sua família veio para a Europa, antes do ataque.

    
O país do norte da África é altamente instável e abriga numerosas milícias e facções, incluindo o ISIS e outros extremistas islâmicos.

    
Outro irmão, Ismail Abedi, de 23 anos, foi preso ontem em Manchester por agentes britânicos de contra terrorismo.

    
Os pais Abedi estão a viver na Líbia e teriam negado o envolvimento do seu filho no ataque.

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Salman Abedi, adolescente, na praia na Argélia com os amigos.

Se eles são iguais aos nossos jovens, se não têm cornos e rabos de diabo, como podem tornar-se  terroristas? Que mistério!!!... Se calhar os mandamentos (nunca revogados) do Alcorão, podem ter alguma coisa a ver:

  1. Tu deves estuprar, casar e divorciar meninas na pré-puberdade. Alcorão 65:4, 4:3
  2. Tu deves ter relações sexuais com escravas sexuais e trabalhadoras escravas. Alcorão 4: 3, 4:24, 5:89, 33:50, 58: 3, 70:30
  3. Tu deves bater nas escravas sexuais, nos trabalhadores escravos, e nas esposas. Alcorão 04:34
  4. Tu deves ter quatro testemunhas masculinas muçulmanas para comprovar um estupro. Alcorão 24:13
  5. Tu deves matar aqueles que insultam o Islão ou Maomé. Alcorão 33:57
  6. Tu deves crucificar e amputar não-muçulmanos. Alcorão 8:12, 47: 4
  7. Tu deves matar os não-muçulmanos para garantir receber as 72 virgens no céu. Alcorão 9: 111
  8. Tu deves matar quem deixar o Islã. Alcorão 2: 217, 4:89
  9. Tu deves decapitar não-muçulmanos. Alcorão 8:12, 47: 4
  10. Tu deves matar e morrer por Alá. Alcorão 9: 5
  11. Tu deves aterrorizar os não-muçulmanos. Alcorão 8:12, 8:60
  12. Tu deves roubar e furtar os não-muçulmanos. Alcorão Capítulo 8 (Saque / Espólios de Guerra)
  13. Tu deves mentir para fortalecer o Islão. Alcorão 3:28, 16: 106
  14. Tu deves lutar contra os não-muçulmanos, mesmo que você não queira. Alcorão 2: 216
  15. Tu NÃO deves tomar os não-muçulmanos como amigos. Alcorão 05:51
  16. Tu deves chamar os não-muçulmanos de porcos e macacos. Alcorão 5:60, 7: 166, 16: 106
  17. Tu deves tratar os não-muçulmanos como as criaturas mais vis, que não merecem misericórdia. Alcorão 98: 6
  18. Tu deves tratar os não-muçulmanos como inimigos jurados. Alcorão 4: 101
  19. Tu deves matar os não-muçulmanos por não se converterem ao Islão. Alcorão 09:29
  20. Tu deves extorquir não-muçulmanos para manter o Islão forte. Alcorão 09:29.
Um bocadinho diferente dos 10 Mandamentos dos judeus e dos cristãos, não?...

 No Reino Unido o Islão já é a Lei. Do mais forte:

Alemanha: criticar o Islão dá 56.000.000 dólares de multa


O Walid Shoebat, no seu site, não se cansa de apresentar fortes evidências de que Angela Merkel e um grupo de nazis alemães estão a orquestrar a invasão islâmica da Europa para reatarem a aliança Nazismo-Islão.
Após o Massacre de Manchester, cada vez mais alemães fazem questão de proclamar (como o menino da história d' O Rei Vai Nu), que o Islão é igual ao Nazismo e o Alcorão é igual ao Mein Kampf. 
Mas Merkel está no seu posto. Damos a palavra a Robert Spencer:

Alemanha considera multas de até 56.000.000 dólares por "discurso de ódio".
Poder-se-ia pensar que o caos migratório muçulmano e a criminalidade muçulmana eram suficientes para a Alemanha, No entanto, a aliança esquerdista-jihadista está a apertar o seu domínio sobre o país, um país com dívidas de dezenas de biliões devido a esse caos migratório.
(...) Os esquerdistas e os supremacistas islâmicos estiveram no centro da pressão para a criação de leis contra o "discurso de ódio"; Eles têm atacado implacavelmente a liberdade de expressão, com a ajuda dos agressivos lobbies esquerdistas e socialistas. Criticar o Islão é definido pelos esquerdistas e pelos supremacistas islâmicos como "discurso de ódio" e "islamofobia".


A aliança entre o Nazismo e o Islão tem raízes históricas muito anteriores à Segunda Grande Guerra. Contamos vir a falar disso.

    Os parceiros da coligação dos social-democratas, incluindo a União Democrata Cristã da chanceler Angela Merkel, argumentam que a lei resultará na censura do discurso legítimo.
E, de facto, a Alemanha começou uma repressão à liberdade de expressão há quase dois anos, para não ofender os imigrantes muçulmanos.
Outras nações na Europa vão mesma direcção que a Alemanha, a menos que esses políticos autoritários sejam demitidos em próximas eleições. O que não parece uma perspectiva encorajadora após as eleições em França.

Os muçulmanos afirmam que tornarão a Alemanha islâmica, através da jihad, a 'guerra santa'. E podem! Quem tiver objecções, vai preso, ou, na melhor das hipóteses, é multado (já há muito que demos notícia da detenção de cidadãos alemães e europeus em geral que se opõem ao Islamo-Nazismo):
Alemanha considera multas milionárias por discurso de ódio
por Jacob Bojesson, Daily Caller, 19 de Maio de 2017:

    
O Parlamento alemão está a debater uma proposta para forçar as redes sociais a apagarem o discurso de ódio rapidamente ou sofrerem multas pesadas.

    
Os problemas que muitos críticos apontam são as vagas definições do termo "discurso de ódio" e as restrições que a lei proposta pode ter sobre a liberdade de expressão. O ministro da Justiça Heiko Maas discorda, argumentando que só ajudará a proteger a liberdade de expressão na Alemanha.

    
"O ponto da legislação proposta é que as declarações que violam a lei devem ser apagadas", disse Maas, um social-democrata, sexta-feira, de acordo com o Deutsche Welle. "Estes não são exemplos de liberdade de expressão. São ataques à liberdade de expressão. O pior perigo para a liberdade de expressão é uma situação em que as ameaças ficam impunes".

    
Violações flagrantes precisam ser removidas dentro de 24 horas, enquanto casos mais complexos têm de ser removidos dentro de uma semana, de acordo com a proposta. A falha na remoção de posts pode resultar em multas de até 50 milhões de euros (US $ 56 milhões).

    
"A prática mostra que  muito, mas muito pouco, é excluído", disse Maas. "Estamos numa encruzilhada. Será que a revolução digital pode continuar a pôr o nosso Estado, baseado na lei e na ordem, em questão?".

    
Os parceiros da coligação dos social-democratas, incluindo a União Democrata Cristã da chanceler Angela Merkel, argumentam que a lei resultará na censura do discurso legítimo.

    
"Eu não consigo entender como o Facebook, por exemplo, está qualificado para verificar se o conteúdo é ilegal" ....

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Muçulmanos acham alemães ( e não muçulmanos em geral) "nojentos e celebram o fim da Alemanha (e da Europa):


Após o massacre islamista de Manchester, tropas do Reino Unido ocupam... o Reino Unido!



"Reino Unido desloca tropas após ataque, o risco agora 'crítico': May," Reuters, 23 de Maio de 2017:

    As forças armadas britânicas serão deslocadas para aumentar a segurança, disse a primeira-ministra Theresa May na terça-feira, quando o país levantou a sua ameaça terrorista ao mais alto nível, de "crítica", após um ataque suicida em Manchester que matou 22 pessoas, incluindo crianças.

    May disse que os membros das forças armadas seriam posicionados em locais chaves para libertar a Polícia para patrulhas e o pessoal militar poder ser desdobrado em eventos públicos, tais como concertos e eventos desportivos, enquanto se esperam mais ataques.

    May disse que o órgão independente que define o nível de ameaça, recomendou que este fosse levantado de "severo" para "crítico", depois de um homem identificado pela Polícia como Salman Abedi, ter lançado uma bomba improvisada na noite de segunda-feira, quando a multidão saía de um concerto.

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O terrorista muçulmano Saman Abedi e a vítima mais jovem:


"PURA / MALDADE "
Depois da França, das Filipinas, e de outros países, o Reino Unido entra em estado de guerra. Só que a guerra, por exemplo nas Filipinas, é contra os terroristas islâmicos. Cá na Europa, é sobretudo para proteger a sagrada liberdade de os muçulmanos chacinarem os "infiéis".
A política dos líderes europeus é escancarar as portas à invasão islâmica. Os media espalham as mais grosseiras MENTIRAS, uma verdadeira intoxicação de propaganda islamista/globalista/esquerdista. A situação é crítica, como o nível de ameaça vigente no Reino Unido.
Os próprios muçulmanos afirmam que tomarão o Reino Unido, a Europa e o Mundo:

terça-feira, 23 de maio de 2017

Robert Spencer: Outro Massacre Jihadista no Reino Unido; May deve pedir desculpas e renunciar

Posts anteriores sobre mais este massacre islâmico:



Cá vamos nós outra vez... 22 pessoas morreram e 50 ficaram feridas num suicídio-martírio-ataque jihadista num concerto de Ariana Grande em Manchester, um alvo que os assassinos jihadistas aparentemente escolheram por causa da concentração de crianças e adolescentes, de modo a maximizar o potencial de "golpear com o terror os corações dos inimigos de Alá" (Alcorão 8:60). 

Mas não fique preocupado: a primeira-ministra britânica, Theresa May, está no seu posto, e afirma numa declaração: "Estamos a trabalhar para esclarecer todos os detalhes do que está a ser tratado pela Polícia como um terrível ataque terrorista. Todos os nossos pensamentos estão com as vítimas e as famílias daqueles que foram afectados".

Este é um exemplo de uma resposta enlatada, embalada, processada ​​e incolor. Que bom! Ela está a pensar nas vítimas e suas famílias. E a polícia está a trabalhar! Maravilhoso! Os britânicos podem voltar a dormir descansados, sabendo que funcionários públicos altruístas, como May, estão a trabalhar incansavelmente para os proteger.

Mas houve um elemento-chave que May deixou de fora da sua declaração: um pedido de desculpas.

Uma das coisas por que ela deve pedir desculpas é o aspecto rotineiro da sua resposta a este último massacre jihadista. Não houve nada que ela dissesse sobre este ataque jihadista que não pudesse ter sido dito sobre os dez massacres jihadistas anteriores, e que não possa ser dito sobre os próximos dez. 

O presidente muçulmano de Londres, Sadiq Khan, disse após os ataques jihadistas em Nova Iorque, em Setembro de 2016, que tais ataques eram "parte integrante da vida numa grande cidade" e que as pessoas teriam que "estar preparadas para aceitar este tipos de coisas". E May comporta-se como tendo interiorizado profundamente essas instruções.

Na realidade, ninguém, em qualquer cidade, grande ou pequena, ou no campo, deve  aceitar massacres terroristas jihadistas como "parte integrante" de viver lá. A declaração de Sadiq Khan foi uma declaração da sua incapacidade ou relutância em fazer qualquer coisa eficaz para combater a ameaça jihadista.

Nota nossa: Recordamos que Sadiq é um apoiante do ISIS.



Sadiq Khan é um terrorista islâmico, como Obama.


E isto leva-nos à segunda e mais importante razão pela qual May deve pedir desculpas: porque ela e o establishment político que ela representa permitiram que isto acontecesse.

Se não fosse pelas políticas de imigração que May e o seu Partido Conservador, em colaboração com os outros partidos  britânicos do sistema, perseguem há mais de uma década, os jihadistas que perpetraram este massacre não estariam na Grã-Bretanha. É claro, ainda pode ser descoberto que eles eram "terroristas caseiros", nascidos e criados no Reino Unido. Mas aqui novamente, o establishment político britânico tem acomodado e apaziguado a comunidade muçulmana em todos os sentidos, permitindo a criação de tribunais de lei Sharia e parceria com numerosos "moderados", que se mostraram, afinal, e supreendentemente, "extremistas".

Enquanto isso, a ira total do governo britânico foi desencadeada sobre os cidadãos britânicos que ousaram discordar desta loucura e declarar publicamente o seu apoio à preservação da segurança nacional britânica, bem como ao carácter nacional da sua cultura. Muitas dessas pessoas foram perseguidas, presas e processadas com os pretextos mais frágeis. Outros que estavam em posição de processar as gangues de estupro muçulmanos hesitaram, por medo de serem rotulados de "racistas"

Enquanto isso, May proibiu os inimigos estrangeiros de entrarem no país (inclusive eu), permitindo que os pregadores mais arrepiantes da violência jihadista entrassem no país e pregassem do norte a sul, com impunidade.

Ao implementar essas políticas, o que poderiam os Britânicos pensar que aconteceria? Será que eles realmente pensam que por apaziguarem a sua população muçulmana, fechando os olhos aos crimes muçulmanos cometidos em nome do Islão e de acordo com os seus ensinamentos, e amordaçando todos os dissidentes dessas políticas, que iriam fazer os muçulmanos sentir-se bem-vindos na Grã-Bretanha, e que os muçulmanos e os não-muçulmanos marchariam de braços dados, juntos, para o glorioso futuro multicultural?

Por outras palavras, eles realmente pensaram que, sendo gentis com os muçulmanos, fariam os muçulmanos esquecer os imperativos da jihad, do Alcorão e da Sunnah? Será que eles realmente pensaram que se  apaziguassem a sua comunidade muçulmana,  seriam poupados a mais mortes causadas pela jihad?

Não será assim. Manchester foi "apenas o começo", disse um jihadista do Estado Islâmico num vídeo lançado logo após o massacre na noite desta segunda-feira. E é verdade: Manchester é apenas o começo, graças a Theresa May. Se um mínimo de sanidade prevalecesse na Grã-Bretanha, ela seria forçada a pedir desculpas e a renunciar em desgraça.

Em vez disso, ela prepara-se para ser esmagadoramente eleita para Primeiro-Ministra nas próximas eleições. Os britânicos devem apreciar essa eleição, porque não apreciarão muitas mais.

Robert Spencer

Tradução nossa.



ALGUNS APONTAMENTOS

1 - Para os muçulmanos, o concerto de Ariana Grande é "indecente", é "pecaminoso" (ver reivindicação do ISIS). Mas matar a assistência, é louvável e agrada ao deus Alá. Pessoas - algumas cheias de livros - que nunca viveram no mundo real, não conseguem entender mentalidades bárbaras. Balbuciam alarvidades como "não se deve incentivar o ódio", etc.. Qual ódio? Só se ir acender velinhas e meter ursinhos de peluche nos lugares dos massacres também ofende os muçulmanos!

2 - "O que leva um jovem de 22 anos a cometer esta loucura? Onde é que NÓS errámos?" - perguntam invertebrados sem se rirem. O trabalho de vulgarização, de relativização, de inversão, de santificação dos terroristas, que os media estão a fazer, com raras excepções, dá vómitos! Pior só declarações hipócritas como as de Emanuel Macron, de Angela Merkel, dos políticos do Sistema globalista, da direita à esquerda (leia-se o texto acima, de Robert Spencer).

3 - A Polícia britânica já avisou que "não vai permitir ódio". Ou seja: as ordens recebidas são para proteger os terroristas e simpatizantes. Quem criticar o Islão, vai preso. As vítimas têm o direito de morrer caladinhas. 

4 - Os pregadores de ódio, continuam em liberdade. E os próprios terroristas também (os que fizeram este ataque terrorista eram jihadistas notórios e andavam à solta!).

5 - O Islão é intrinsecamente criminoso, terrorista, é totalmente contra as nossas Leis, é anticonstitucional. Não existe Islão "moderado", como não existe Nazismo "moderado". 

6 - Não é por se enfeitar com o título de religião que o Islão deve ser tolerado. Diversas seitas religiosas criminosas têm sido proibidas e desmanteladas e os seus líderes condenados à morte. Veja-se o caso de Shoko Azahara, o japonês líder da religião Verdade Suprema, que matou 13 pessoas no metro de Tóquio. Aguarda enforcamento.
 

Veja a nossa secção:

Confira no LEI ISLÂMICA EM AÇÃO. Confira no PERIGO ISLÂMICO. Confira em EX-MUÇULMANOS. Qualquer um destes sites (e milhares de outros) documentam o horror islamista (a ideologia mais terrorista e genocida da História, estima-se em 270 milhões de mortos deste o século 7; algumas fontes avaliam em muito mais):
 

E nem uma palavra do Alcorão foi abolida, reformada ou re-interpretada. O Islão é genocídio, terrorismo e barbárie, desde a sua origem. Como, aliás, se pode ver TODOS OS DIAS!


Jornalistas: As Forças Especiais do Califado! 

As 10 fases por que passa a reacção ao terrorismo islâmico


«Sempre que meia dúzia de transeuntes são trucidados numa cidade europeia, a primeira fase consiste em proclamar que nada indica tratar-se de um acto terrorista.
Numa segunda fase, aceita-se que, se calhar, até foi um acto terrorista.
A terceira fase implica atribuir a matança exclusivamente à arma utilizada, seja um pechisbeque explosivo, uma faca ou um camião (a frase “camião abalroa X pessoas” tornou-se um clássico do jornalismo cauteloso e da dissimulação).
Na quarta fase, descobre-se, não sem algum espanto, que o explosivo, a faca ou o camião tinham alguém a manobrá-los, embora haja pressa em adiantar que as motivações do manobrador permanecem obscuras.
Na quinta fase, o espanto redobra quando se percebe que o nome do homicida é Abdullah, Ahmed, Ali, Assan, Atwah, Aymen (noto que ainda não chegamos aos “bb”) ou algo com ressonância pouco latina, anglo-saxónica ou asiática.
A sexta fase envolve um questionário aos conhecidos de Abdullah, que o caracterizam como uma jóia de rapaz.
Na sétima fase, suspeita-se que a jóia afinal viajara recentemente para a Síria e participava em “sites” de ligeira influência “jihadista”, onde jurava matar os infiéis que se lhe atravessassem à frente (uma promessa literal no caso da utilização de camiões).
A oitava fase decide que Abdullah se “radicalizara”, ou seja, jurara devoção ao Estado Islâmico, a que chamamos Daesh só por pirraça.
A nona fase estabelece que Abdullah, ele mesmo um infeliz afectado por distúrbios psiquiátricos ou discriminação social ou ambos em simultâneo, não representa o Islão, por muito que o próprio afirme aos berros o contrário.
A décima fase é essencial: aos tremeliques, o poder político declara que nunca cederá ao medo; os jornais desenham capas giras e vagas a propósito; o povo sai à rua a cantar o “Imagine” ou fica no Facebook a “solidarizar-se” com as vítimas sem referir os culpados
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Veja com atenção, como no Ocidente Alá é louvado e Deus é renegado: