domingo, 18 de fevereiro de 2018

Activista pró-"refugiados" descobre que era a "p*** alemã estúpida"


Activista alemã de extrema-esquerda pró-refugiados #WOKE: "Aqueles que comiam comigo, bebiam, dançavam, riam - eles [refugiados] falavam sobre mim como 'a puta alemã estúpida'".  
Recebo e-mails de ex-esquerdistas como esta. Infelizmente, as habilidades cognitivas atrofiadas dos esquerdistas tornam a transição para a razão e a lógica lenta e dolorosa. Mas muitos estão a chegar lá. A conselheira da ONU, Rebecca Sommer, uma artista e activista alemã pelos direitos dos povos indígenas, publicou uma entrevista no site polaco EuroIslam.
Pamela Geller 

Vlad Tepes traduz: 
Rebecca era apoiante dos ‘refugiados’ muçulmanos na Alemanha e descreve como a sua experiência a fez "mudar gradualmente de ideias sobre questões fulcrais". 
As experiências de Sommer abriram-lhe tanto os olhos que ela deixou de ter medo de dizer as verdades sobre a migração massiva islâmica, verdades que são inaceitáveis ​​para as elites europeias que insistem em acelerar os seus países em direcção ao suicídio cultural. 
Algumas das suas revelações: 
- Tentei constantemente justificar esses padrões repetidos de comportamento e pensamento, a maneira de eles perceberem o mundo - que é baseada na sua religião, o Islão, e na sua cultura. Eu acreditava que essas visões medievais mudariam ao longo do tempo. Coloquei grande confiança nos nossos valores europeus libertários e equitativos, e pensava ingenuamente que toda a gente se deleitaria com eles e os adoptaria. 
- Tive que admitir perante mim mesma que, quando se trata de refugiados muçulmanos, eles cresceram com valores completamente diferentes, eles foram sujeitos a lavagem cerebral e doutrinação pelo islamismo e não têm intenção de adoptar nossos valores - pior, eles olham-nos, incrédulos, com superioridade e arrogância. 
- Descobri que aquelas pessoas que lidavam comigo, que comiam, bebiam, dançavam e riam, que não oravam, não frequentavam a mesquita, não observavam o Ramadão, zombavam da religião e das pessoas profundamente religiosas, eles, enquanto comiam a minha comida, sentados no meu jardim, não falavam de mim a não ser como "uma puta alemã estúpida". 
- A nossa liberdade é muito preciosa e muito frágil, se pensarmos em quantas pessoas chegam aqui de repente, com o seu "lenço na cabeça" [a sua mentalidade islâmica] e por chegarem em grande número, fazem com que tudo mude para nós. Estamos a ver isso agora. Tornei-me muito cautelosa e extremamente desconfiada. Agora acho que aqueles que realmente precisam de asilo devem procurar o asilo ou buscar uma vida melhor nos países muçulmanos, em vez de tentarem impor-nos os seus valores medievais e acabarem por nos submeter a todos. 
- Num casamento muçulmano, temos muita violência e estupro. Uma mulher não tem valor humano, ela é percebida como um objecto sexual e não como parceira. Ela é uma trabalhadora e uma máquina de parto. Esse é o seu trabalho como uma boa mulher muçulmana. Assim como a maioria dos muçulmanos não nos respeita, eles não respeitam as suas próprias mulheres. 
- Graças à existência da taqqiya, os muçulmanos estão livres de qualquer responsabilidade para com os infiéis - este é o meu aviso para as mulheres que lidam com eles! Mas também especialmente para os nossos políticos que entram em acordos com sindicatos islâmicos - nenhum juramento, mesmo em nome de Alá, tem qualquer valor, por causa de taqqiya, porque Alá dispensou os seus fiéis de cumprirem os juramentos feitos aos infiéis.


Nota do Tradutor: a taqqiya é a mentira em nome do Islão:


Saber estas quatro palavras árabes pode salvar a nossa Civilização

- Os abusos sexuais contra os voluntários acontecem permanentemente, mas nenhum de nós relatou um caso desse tipo à Polícia porque nenhum de nós queria ser visto como oponente de refugiados e causar problemas ao centro. 
- Depois, houve uma surpresa muito desagradável quando um imigrante tido como não hostil me arrastou pelos cabelos para a casa de banho no momento em que eu queria sair. Ele não consegue entender que eu sou livre de sair, porque porque afinal, porque é que a "prostituta" viria sozinha ao seu quarto? 
- Os Tribunais aqui são bastante esquerdistas. Muitos juízes são pró-imigrantes e há casos em que imigrantes e alemães de origem migrante recebem um "bónus cultural e religioso" e são favorecidos. Entre eles também há juízes femininas e considero-os particularmente más - mulheres que são contra mulheres. 
- Tenho medo de que nas próximas eleições, dentro de quatro anos, possamos ver um fenómeno novo - os muçulmanos vão estabelecer o seu partido e, porque eles já têm um grande eleitorado, eles serão imparáveis. Com a ajuda da ala esquerda e de quase todas as partes, eles começarão a mudar as regras e seremos nós que teremos que nos adaptar. 
Leia tudo aqui.
.........................................................

COMENTÁRIO

Sugerimos a consulta das nossas secções MULHERES, JIHAD SEXUAL e ISLAMIZAÇÃO DA EUROPA.
A elite europeia está a islamizar a Europa, como temos repetidamente mostrado, e não é teoria da conspiração, é política oficial, ver EURISLAM, o plano oficial de islamização da Europa. 
As forças políticas europeias, não apenas as de esquerda,  não se importam de sacrificar a população nativa se isso lhes permitir cativar o voto islâmico. Outros são simplesmente pagos para promover essa agenda:
Nas suas bolhas de paz, amor e caridade, muitos padres, pastores, rabinos e outros líderes religiosos, sentem-se na obrigação de acolher os supostos refugiados. O padre Hammel era um deles, e foi sacrificado ao deus Alá durante a Eucaristia, na sua própria igreja.
Muitos oportunistas vêem na "crise dos refugiados" uma excelente oportunidade de encherem os bolsos - a "caridade" hoje em dia é um negócio de milhões.
As pessoas bem intencionadas acreditam na propaganda de Estado e  acham que somos "alarmistas", "racistas", "instigadores de ódio", "xenófobos", "nazis", etc., porque vamos contra o que a Televisão diz. E se a Televisão diz, só pode ser verdade!
Não são "casos isolados". São pessoas cuja cultura interpreta os valores europeus e ocidentais de liberdade, democracia e direitos humanos como fraqueza e decadência. 
Uma pequena amostra do que vai pela Europa:

sexta-feira, 16 de fevereiro de 2018

Heróis da Stoneman Douglas High School



O recente massacre numa escola em Miami, Florida, está a ter o destaque que estas coisas sempre têm quando acontecem nos Estados Unidos. Por várias razões, e uma delas é o aproveitamento político que certas forças podem daqui retirar. Os Estados Unidos, por serem um país decisivo para a segurança do Mundo Livre, estão desde há décadas sujeitos a um escrutínio e uma campanha difamatória desmedidos. A mesquinhez humana é assim. Os terroristas fazem explodir um camião na Nigéria e matam 200 pessoas, mas a coisa passa em rodapé na TV e faz bocejar...
No post que dedicámos a este massacre destacámos pela negativa a ânsia do Partido Democrata em aproveitar politicamente a situação para atacar Trump:
Por outro lado, no meio da tragédia, houve acções que revelam o oposto da mesquinhez - o altruísmo levado às últimas consequências.
Vários adultos, entre os quais um dos contínuos da escola, conseguiram salvar muitas vidas:


- Soubemos desta notícia pelo World Israel News.
O professor Scott Beigel, por exemplo, morreu a proteger os seus alunos. Reuniu os estudantes aterrorizados numa sala de aula da Stoneman Douglas High School e morreu a bloquear a porta contra o atirador Nikolas Cruz, que abriu fogo, matando-o no local.

Scott Beigel.

Pode ler-se no artigo do site judaico Forward:
"Infelizmente, eu tive que vê-lo deitado sem vida na entrada", disse a aluna Kelsey Friend a uma estação de TV local. 
Friend disse que Beigel morreu para a salvar, a ela e aos outros estudantes:
Escreve o The Independent na peça "Tiroteio na Florida: homenagens ao professor de 'herói' que morreu tentando proteger estudantes":
"O Sr. Beigel era o meu herói e será para sempre o meu herói. Nunca esquecerei as acções que ele tomava comigo e para os meus colegas na sala de aula", disse a estudante Kelsey Friend disse à CNN quando se desfazia em lágrimas.
"Se a família estiver a ver", disse a Sra. Friend, "saibam que o vosso filho ou irmão era uma pessoa incrível e hoje estou viva por causa dele".



O professor Scott Beigel era judeu. os alunos Jamie Guttenberg, Alyssa Alhadeff, Alex Schachter e Meadow Pollack também. Não estão confirmadas até agora motivações anti-semitas no ataque.

Nigeriano enriquece culturalmente jovem italiana (em 18 partes)

ITÁLIA: selvagem nigeriano (muçulmano?) acusado de matar e desmembrar uma menina italiana de 18 anos e colocar as partes do corpo em malas
As autoridades italianas prenderam e acusaram um invasor nigeriano (muçulmano?) do assassinato e desmembramento de uma italiana de 18 anos, Pamela Mastropietro (abaixo).


Punchng - Oseghale alegadamente assassinou e desmembrou Pamela Mastropietro, escondeu o corpo em duas malas antes de despejá-las num campo em Pollenza, perto de Macerata. 
Segundo os relatos, Oseghale, 29, parecia "confuso e não muito claro" durante o interrogatório em que negou as acusações, na quinta-feira. Mas foi suficientemente claro para negar as acusações e tentou acusar outras duas pessoas que a Polícia ilibou. "Eu não a matei", teria informado a Polícia repetidamente. 
Oseghale é considerado um requerente de asilo com uma autorização de residência, que expirou no ano passado. Ele é casado e tem uma filha. No entanto, permanece sozinho num apartamento, não alugado em seu nome. A Polícia, depois de procurar no seu apartamento, encontrou 70 gramas de haxixe, mas não heroína. 
A Polícia forense de Carabinieri encontrou roupas manchadas de sangue pertencentes à vítima e outros vestígios de sangue na casa do suspeito. Também encontrou um recibo de uma farmácia próxima onde a vítima tinha comprado uma seringa, segundo um relatório. 
Oseghale (abaixo) tem um registo de delitos de drogas, disse a Polícia. Ele foi preso graças às imagens de CCTV da área onde as malas foram despejadas, e por um estrangeiro que disse que o viu a levar as malas até lá.


- Via Bare Naked Islam, um site fundamental.

...............................................................

COMENTÁRIO
Como a Itália está a beneficiar do enriquecimento cultural, hein!!!  
Itália: "Migrante" tenta estuprar mulher prestes a dar à luz
Para a mentalidade vigente, dar notícias destas é "provocar o ódio", até porque se trata de um "caso isolado" e "não são apenas os migrantes que cometem crimes". Para as vítimas não há um pingo de compaixão.
Mas não é assim. Este é apenas mais um caso da onda de estupros e assassinatos de mulheres e crianças na Europa, cometidos pelos supostos "migrantes", pessoas vindas de uma cultura medieval supremacista e bárbara: o Islão. 
Os maometanos apenas valorizam a força bruta. Interpretam o nosso acolhimento como medo e fraqueza, e fazem o que a sua religião ordena: dispõem das vidas e das propriedades dos infiéis.


O Islão ordena aos seus seguidores que escravizem sexualmente as mulheres e crianças "infiéis":

"Quando eu quero uma escrava sexual, vou ao mercado e compro-a!"

E escravo, no Islão, é tão descartável como  um objecto. Sobretudo se for mulher.

quinta-feira, 15 de fevereiro de 2018

O que não lhe dirão sobre o Massacre de Parkland, Florida


Como por esta altura toda a gente já deve saber, um ex-aluno de uma escola na Florida  assassinou 17 pessoas (até agora) e deixou 50 gravemente feridas.
A Imprensa faz soar sem pudor as trombetas do anti-Trumpismo. A culpa é do "Trâmpe", que deixa as pessoas comprarem armas, pá!
Tudo serve para atirar ao "Trâmpe". E finalmente um massacre cometido pela extrema-direita racista! Não cabem neles de contentes! Vai dar para explorar durante anos! 
No outro caso célebre, o de Andres Breivik, o assassino em massa estava imerso em ódio islâmico e extrema-esquerdista:

Breivik: Nazi e Islamista! 


No caso de Massacre de Las Vegas o perpetrador também era simpatizante do islamismo e dos Antifa.
Neste caso também há fortes indícios do mesmo:

Nikolas Cruz era  um simpatizante dos Antifa e do islamismo, mas passará à História como um terrorista de extrema-direita, mesmo antes de se apurar a verdade.
As ligações à extrema-direita não foram confirmadas por ninguém. A Imprensa está a tentar atirar as culpas para a extrema-direita e por tabela para Trump, que eles erradamente identificam como tal.

Os jornalistas e o sistema vigente promovem e branqueiam as actividades do grupo terrorista Antifa, mas estão em estado de grande indignação porque nos Estados Unidos a população ainda não foi desarmada.

Antifa estão a receber treino militar na Síria


Os mesmos "activistas" que dão saltos de indignação porque a população não é desarmada, andam ilegalmente armados, e não é para se defenderem, é para atacarem quem não concorda com eles. Com a conivência dos media. Ora confirme:
De acordo com um ex-professor de Matemática da Cruz na escola, ele tinha sido previamente identificado como uma ameaça à segurança e havia sido informado no ano passado que não seria permitida a sua entrada na escola com uma mochila.
As suas simpatias estão expressas nas redes sociais:




Mais em Geller Report.


Pelo menos dois dos alunos assassinados eram judeus. Obviamente que não é nem mais nem menos grave do que se não fossem, mas fica a nota - até porque não tardarão as teorias da conspiração do "false-flag", do "zionismo", etc. A cada massacre, é assim.

E em mais um acto de desprezo pela vida humana, o Partido Democrata, pela voz da inenarrável Nancy Pelosi e do suspeito de terrorismo islâmico Qasim Rachid, vieram apelar ao "controle de armas", leia-se desarmamento da população


Já conhece Dinesh D´Souza?

 
Se não conhece, está a perder tudo isto e muito mais:


Cortesia de  Filipe Pontes


 Cortesia de Matias Pasqualotto


Cortesia de  Tradutores de Direita


Cortesia de Hipster Conservador


Este senhor é um dos rostos da Resistência à ofensiva da aliança comunista-globalista-islamista.
Convidamo-lo a explorar as palestras de Dinesh - enquanto ele não é banido do YouTube, como têm sido outros resistentes à Nova Ordem Mundial.
P.S. - Vale a pela explorar os livros dele, também. Por exemplo "As Raízes da Raiva de Obama":

quarta-feira, 14 de fevereiro de 2018

Israel em Pyongchang 2018


Israel está em Pyeongchang 2018 com a maior delegação que já enviou aos Jogos Olímpicos de Inverno.

A delegação portuguesa. Força, Portugal!
Estamos de olhos postos especialmente em Portugal (Kequyan Lam, no esqui de fundo, e Arthur Hanse, no esqui alpino) e em Israel, dois países sem grande tradição sobre neve ou gelo, mas com muita ambição e dedicação.

 

Força, Israel! 

Israel leva a maior delegação de sempre aos Jogos Olímpicos de Inverno

Com dez atletas concorrentes em Pyongchang, a equipa de Israel duplicou em tamanho desde 2014.

 A equipa de patinagem israelita tem sete atletas nos Jogos Olímpicos de Inverno de Pyeongchang 2018 (Foto: MLADEN ANTONOV / AFP / Getty Images).
 

Há dez atletas israelitas a competir nos jogos, em quatro desportos: patinagem artística, patinagem de velocidade curta, esqui alpino e skeleton.

A delegação de Israel tem o dobro do tamanho da sua equipa anterior nas Olimpíadas de Inverno de 2014 em Sochi.

Alexei Bychenko lidera a tentativa do país de ganhar a sua primeira medalha em Jogos Olímpicos de Inverno. O atleta de 29 anos faz parte da equipa de patinagem artística de sete pessoas, tendo ganho uma medalha de prata no Campeonato Europeu de Patinagem Artística de 2016.

Ele também é um dos três atletas ex-ucranianos, incluindo Evgeni Krasnopolsky e Vladislav Bykanov, agora representando Israel nos jogos. Esta é a primeira vez que Israel se qualificou para a competição de patinagem artística por equipas.

"Estou orgulhoso de representar Israel em competição. É uma grande responsabilidade e, como sempre, prometo representar Israel o melhor que posso".


Aimee Buchanan.

Aimee Buchanan, de 24 anos, também faz parte da equipa de patinagem artística. É cidadã israelita desde há quatro anos, depois de ter crescido em Boston, Massachusetts.

Ela disse: "É muito especial ter literalmente o nome do meu país nas minhas costas. Eu acho que isso simplesmente mostra que realmente não importa de onde nascemos ou quais são as nossas origens. Podemos ser quem somos e fazer o que queremos em todo o mundo".

A patinadora artística Paige Conners, de 17 anos, é o membro mais jovem da equipa israelita.

Adam Edelman


Adam Edelman, de 26 anos, representa Israel no skeleton, um evento onde o competidor atinge velocidades de até 130 km/h. É um auto-didacta, que só pratica este desporto há quatro anos.

Adam disse: "O mais importante para mim é que haverá uma imagem duradoura de outro israelita caminhando atrás da bandeira".

"Quero desafiar a percepção do que os judeus e israelitas podem fazer nos desportos".

Os Jogos Olímpicos de Inverno de Pyongchang durarão até 25 de Fevereiro.


- Traduzido e condensado de The JC

 Alexei Bychenko em acção:

segunda-feira, 12 de fevereiro de 2018

Aliança Vaticano-Islão



Se não está a par das peculiaridades do actual Papa, aconselhamos o vídeo acima, e a nossa secção Papa Francisco
Confirmes, não creia em nós. Ouça o que mais John Paul Watson tem para dizer sobre o actual Papa (nomeado Defensor do Islão e admirador assumido do ISIS, que compara aos Apóstolos), e pense por si.

-----------------------------------
Erdogan e o Papa formam Aliança anti-Trump para controlar Jerusalém 
Breaking Israel News - as notícias sob a perspectiva Bíblica (hiperligações no artigo original).
A recente reunião entre o presidente turco, Recep Tayyip Erdoğan e o Papa Francisco pode ter graves implicações para Jerusalém, já que ambos os líderes parecem estar a construir uma agenda com base na sua oposição conjunta ao reconhecimento do presidente dos EUA, Donald Trump, da cidade como a capital de Israel.
A reunião, que aconteceu no Vaticano, foi significativa na medida em que foi a primeira visita de um chefe de Estado turco desde que as relações diplomáticas entre o Vaticano e a Turquia foram estabelecidas em 1960.
Um comunicado divulgado pelo Vaticano diz que ambos os líderes também usaram a ocasião para "discutir o estatuto de Jerusalém, destacando a necessidade de promover a paz e a estabilidade na região (Médio Oriente) através do diálogo e da negociação, no respeito dos direitos humanos e do direito internacional".


Curdos protestaram perto do Vaticano,  enquanto o Papa recebia o responsável pelo genocídio deste povo.

Tanto Erdogan como o Papa Francisco se opõem à decisão do presidente dos E.U.A. Donald Trump de reconhecer Jerusalém como a capital de Israel. Erdogan respondeu à iniciativa de Trump pedindo uma reunião de emergência da Organização de Cooperação Islâmica. A cimeira, realizada em Istambul, declarou "Jerusalém Oriental como a capital do Estado da Palestina" e exortou "todos os países a reconhecerem o Estado da Palestina e Jerusalém Oriental como sua capital ocupada".


Na corrida islâmica para re-estabelecer o Califado Global, interrompido há menos de um século, os turcos depositam grandes esperanças de que Erdogan reerga o Império Otomano.

A Organização de Cooperação Islâmica também declarou a decisão de Trump "nula e sem efeito legal" e "uma ameaça deliberada a todos os esforços de paz" que dará um ímpeto ao "extremismo e ao terrorismo".
Erdogan, que falou por telefone com o Papa nessa ocasião, expressando as suas preocupações sobre Jerusalém, exortou o Vaticano na reunião da passada segunda-feira  a ajudar a Turquia e o mundo muçulmano a "preservar o estatuto de Jerusalém".
"Precisamos de trabalhar juntos para preservar o estatuto de Jerusalém", disse Erdogan ao Papa Francisco. "As mensagens que transmitirá ao mundo católico sobre este assunto são importantes", disse Erdogan, enfatizando que ambos os líderes concordaram em continuar os esforços conjuntos.


Se o Papa Francisco admira Maomé e o ISIS, o ditador Erdogan admira abertamente Hitler. E age em conformidade:

 

Actualmente, a Turquia ocupa a presidência da Organização de Cooperação Islâmica (OIC), uma coligação de 57 Estados muçulmanos. O islamismo é actualmente a segunda maior religião do mundo com 1,6 biliões de seguidores, e uma aliança com o catolicismo, que tem 1,2 bilião de adeptos em todo o mundo, pode vir a exercer uma força formidável para promover uma agenda anti-israelita sobre Jerusalém.
Além disso, embora o Vaticano tenha uma influência enorme internacionalmente, não tem forças armadas. Essa deficiência poderia ser compensada por uma aliança com a Turquia, que tem o maior poderio militar da região.


"Islão não é terrorismo" - dizem Erdogan e o Papa Francisco, enquanto os cristãos estão a ser alvo de um Holocausto que ameaça suplantar o dos judeus sob o nazismo.

Prolífico autor e educador sobre o Fim dos Tempos, o rabino Pinchas Winston observou que uma aliança entre catolicismo e islamismo estava predita, como um passo essencial no processo de Mashiach (Messias).
O rabino Winston referenciou uma obra que detalha o processo da redenção messiânica, chamado Kol Hatur (Grito da Rola). Foi escrita no século 18 por Hillel Rivlin de Shklov, um discípulo próximo do rabino Elijah ben Solomon Zalman, o rabino principal dessa geração, conhecido como Vilna Gaon.
"Este encontro não faz sentido historicamente ou logicamente, visto que que o Islão e o Catolicismo estiveram em guerra por um milénio", disse o rabino Winston ao Breaking Israel News. "Especialmente não faz sentido já que eles lutaram em Jerusalém durante toda a Idade Média durante as Cruzadas".
"Mas, como estamos na era de Geula (Redenção), eles estão a aproximar-se, precisamente como descrito pelo Gaon de Vilna ".



O Rabino Winston explicou que a vinda de Mashiach consiste principalmente em duas etapas. O retorno a Israel ocorre durante a primeira etapa, com Moshiach ben Yosef (Messias da casa de José) e a segunda etapa com Mashiach ben David (Messias da casa de David).
"Moshaich ben Yosef e Moshiach ben David são descritos como o shor (touro) e o chamor (burro) para Mashiach, do lado da kedusha (santidade)", observou. "Os seus homólogos são Esaú e Ismael, que são o shor e o chamor do lado da tumah (impureza)".
"Assim como os dois Messias aparecerão no final dos dias, Esaú, que é representado pela Igreja Católica, e Ismael, que é representada pelo Islão, aparecerão juntos no fim dos dias".
Apesar do conflito entre eles durante um período de cerca de 1.500 anos, Ishmael e Esau realmente forjaram uma aliança há quase 4.000 anos, quando o último se casou com a filha do primeiro.

 Então Esaú foi a Ismael e levou Mahalath, filha do filho de Ismael, filho de Avraham, irmã de Nebaioth, para ser sua esposa.

O rabino Winston explicou que essa união improvável constituída por duas forças opostas será facilitada pelo erev rav (multidão mista), em grande parte constituída por judeus de extrema-esquerda.

"A função do erev rav é reunir Esaú e Ismael", acrescentou. "Hoje, eles são as pessoas que se opõem à conexão de Israel com Jerusalém. A extrema-esquerda deveria opor-se aos valores islâmicos, mas eles estão a aliar-se com o Islão e a reunir Oriente e Ocidente".

"O Gaon de Vilna disse que, no fim dos dias, haverá um grande número de judeus que aceitarão a causa de Esaú e Ismael às portas de Jerusalém".

O Papa Francisco pode realmente ver uma agenda global islâmica como digna de apoio.
O Papa na segunda-feira presenteou Erdogan com um "anjo da paz" num medalhão de bronze, que é visto abraçando os hemisférios do norte e do sul enquanto derrota um dragão.


O Papa recebe o mega-terrorista Mammoud Abbas no Vaticano com honras de Estado. O que diria o Mundo se o Papa recebesse o bin Laden?


"Este é o anjo da paz que estrangula o demónio da guerra", disse o Papa a Erdogan enquanto lhe dava o medalhão. "É um símbolo de um mundo baseado na paz e na justiça".

O Papa Francisco presenteou o presidente da Autoridade Palestina, Mahmoud Abbas, com um medalhão similar no Vaticano em Maio de 2015. Nessa ocasião, o Papa disse que o "anjo da paz" estava a "destruir o malvado espírito de guerra" e elogiou Abbas por ser um "anjo da paz".

................................................

 LEI ISLÂMICA EM AÇÃO




sábado, 10 de fevereiro de 2018

Irão ataca Israel

A política oficial do Irão (e do Islão) é aniquilar o Mundo Livre.

A Força Aérea israelita identificou e abateu um drone iraniano não tripulado que operava no espaço aéreo israelita perto da fronteira com a Síria.

 As imagens da operação:

 WORLD ISRAEL NEWS

Hoje, o Irão atacou directamente Israel pela primeira vez. Dois pilotos israelitas estão no hospital e os temores da guerra aumentam.

No início da manhã, um drone militar iraniano invadiu o espaço aéreo israelita. Israel respondeu atacando a base na Síria que lançou o ataque - mas uma grande quantidade de mísseis antiaéreos estava preparada para emboscar a resposta de Israel. Um avião israelita foi derrubado.

Depois de ter assassinado milhares de civis na Síria, o Irão e o seu exército de terror viram-se para Israel.
Acabou há pouco o briefing com o Maj. Israel-Gen. Amos Yadlin, o ex-Chefe da Informações das Forças de Defesa de Israel. Ele deixou claro este episódio não será o fim e que uma guerra pode escalar a qualquer momento.

Hoje foi a primeira vez que o Irão atacou Israel, mas não será a última. O Irão gastou biliões a construir um exército de milícias e terroristas xiitas às portas de Israel por uma razão - uma guerra para destruir o Estado judeu.

O ataque do drone foi o primeiro teste. O Irão queria ver como Israel responderia. Se a Imprensa internacional conseguir permissão para culpar Israel, o Irão ganha.
THE ISRAEL PROJECT


Pelo menos seis pessoas foram mortas nos ataques aéreos israelitas dentro da Síria, provavelmente incluindo soldados iranianos.

Por: Aryeh Savir, World Israel News

(..) O Observatório Sírio dos Direitos Humanos (SOHR), que tem pessoal dentro da Síria, informou que pelo menos seis "nacionalidades sírias e não-sírias", incluindo membros das forças do regime sírio, foram mortos nos ataques aéreos que foram realizados por aviões de guerra israelitas em diversas áreas sírias no sábado.

Outros ficaram feridos nos ataques aéreos, e o número de mortes deverá aumentar , pois algumas pessoas estão em situação crítica, informou o SOHR.
Os "não-sírios" provavelmente significa iranianos, possivelmente os operadores do drone que violaram o espaço aéreo israelita e foi abatido pela Força Aérea de Israel (IAF) e cuja unidade operacional foi atacada.
As Forças de Defesa de Israel declararam que as aeronaves da Força Aéria Israelita visou o Sistema de Defesa Aérea da Síria e os alvos iranianos na Síria. Um total de 12 alvos foram atingidos, incluindo três baterias de defesa aérea e quatro alvos militares iranianos. Mísseis antiaéreos foram disparados contra Israel, provocando alarmes no norte de Israel.

O SOHR informou que os ataques aéreos visaram a área entre os arredores da base aérea T4 e a área de al-Bayyarat, na zona leste de Homs, a área de al-Dimas, a noroeste de Rif Dimashq, e as fronteiras administrativas entre Daraa e Rif Dimashq.
O aeroporto T4 é o lar das forças iranianas, da organização terrorista libanesa do Hezbollah e das forças do regime sírio, disse a SOHR. 
"O IDF agirá de forma determinada contra violações tão graves da soberania israelita pelo Irão e Síria e continuará a agir como necessário. O IDF está pronto para vários cenários e continuará a agir de acordo com as avaliações da situação", declararam as Forças de Defesa de Israel após os raides aéreos na Síria,

"Estamos dispostos, preparados e capazes de exigir um preço pesado a qualquer um que nos ataque. No entanto, não procuramos uma escalada da situação", disse o porta-voz do IDF, tenente coronel Jonathan Conricus.
Num extenso briefing aos repórteres militares após o incidente, o Chefe do Estado Maior da IAF, general Tomer Bar, disse que o ataque israelita foi o maior desde a primeira guerra do Líbano em 1982.

"Nós atacámos mísseis terra-ar avançados de longo alcance, componentes do sistema de defesa aérea [sírio] e vários alvos iranianos", disse Bar. "Não permitiremos que o Irão se entricheire na Síria e faremos tudo o que for necessário para evitar isso".


Depois da derrota do ISIS, o Irão tenta a sorte atacando Israel

Os restos do drone iraniano que foi abatido pela Força Aérea israelita depois de ter penetrado no espaço aéreo israelita em 10 de Fevereiro de 2018.

Restos do F-16 israelita abatido. 


Partidários do Hezbollah em Kfar Kila, na fronteira do Líbano com Israel,comemoram a queda do avião  israelita.

Norte de Israel: restos de um míssil dos que são regularmente disparados contra Israel a partir do Líbano. O Hezbollah afirma que foi hoje inaugurada uma "nova era estratégica".


Respondendo a uma barragem de mísseis antiaéreos iranianos lançados da Síria em território israelita, a Força Aérea de Israel realizou o maior ataque aéreo desde a Primeira Guerra do Líbano em 1982.

World Israel News
(...) O incidente começou no início da manhã de sábado, quando um drone iraniano foi descoberto a caminho do espaço aéreo israelita e foi derrubado por um helicóptero de ataque Apache, assim que alcançou o território israelita dos Montes Golan. Em resposta à violação iraniana da soberania israelita, os jactos da Força Aérea israelita (IAF) entraram na Síria para atingir o centro de lançamento e controle do drone, perto de Palmyra, a cerca de 160 quilómetros a norte de Damasco.
Quando os jactos retornavam a casa, uma barragem de mísseis antiaéreos sírios foi disparada contra os aviões quando eles voavam sobre território israelita, atingindo um F-16. Um dos pilotos sofreu ferimentos graves como resultado do que os médicos descreveram como feridas de penetração, sugerindo que ele pode ter sido atingido por estilhaços de um míssil antiaéreo.
Num extenso briefing aos repórteres militares após o incidente, o Chefe do Estado Maior da IAF, general Tomer Bar, disse que o ataque israelita foi o maior desde a primeira guerra do Líbano em 1982.
"Nós atacámos mísseis terra-ar de longo alcance, componentes do sistema de defesa aérea [sírio] e vários alvos iranianos", disse Bar.

"Não permitiremos que o Irão se estabeleça na Síria e faremos tudo o que for necessário para evitar isso", afirmou.
Bar disse que era a primeira vez que um drone iraniano, operado por iranianos, havia atravessado o território israelita. Ele descreveu o drone como tendo uma "baixa impressão" e sendo difícil de detectar. A IAF destruiu o centro de controle móvel enquanto estava sob fogo de mísseis de terra- ar.
 
"A superioridade aérea da IAF não foi afectada"

"O drone está nas nossas mãos e vamos estudá-lo", disse Bar.
"A IAF está preparada para qualquer cenário e qualquer eventualidade, enquanto continua a proteger os céus de Israel e a manter a liberdade de operação", continuou.
"A superioridade aérea da IAF não foi afectada. Nós registámos um sucesso operacional em relação ao desafio iraniano e àqueles que operaram a missão".
O embaixador de Israel junto das Nações Unidas, Danny Danon, dirigiu-se aos membros do Conselho de Segurança por carta: "Esta não é a primeira vez que advertimos para as acções perigosas do Irão, que prejudicam a situação na nossa região. Este incidente prova que cada um desses avisos estava correcto. Israel defenderá os seus cidadãos e não tolerará qualquer violação da sua soberania", afirmou.
Danon convidou o Conselho de Segurança a "condenar este acto perigoso e pôr fim imediato às provocações iranianas. Os membros do Conselho de Segurança não devem permanecer ociosos, enquanto o Irão está a instigar escaladas perigosas e a violar as resoluções do Conselho de Segurança".




Israel  é a prioridade na lista de povos a aniquilar pelo Islão, porque os judeus foram os primeiros a rejeitar Maomé. Depois estão os cristãos. O Califado Global acabou há menos de 100 anos. O Irão lidera a corrida para o seu re-estabelecimento.


 

Consulte a nossa secção IRÃO



Em relação à mais recente agressão do Irão, Netanyahu disse que "as nossas advertências estavam 100% correctas", enfatizando que Israel continuará a proteger a sua soberania e segurança.



Por: World Israel News
Em resposta à aterragem de um drone iraniano que entrou da da Síria no território israelita, sábado pela manhã, a Força Aérea israelita realizou o maior ataque aéreo na Síria desde a Primeira Guerra do Líbano, que incluiu a neutralização de um centro de controle móvel iraniano.
Após o incidente, o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu afirmou:
"Tenho andado a advertir há algum tempo sobre os perigos do fortalecimento militar do Irão na Síria. O Irão procura usar o território sírio para atacar Israel, pelo seu objectivo assumido de destruir Israel. Esta manhã, o Irão violou violentamente a soberania de Israel. Eles enviaram um drone iraniano do território sírio para Israel. E isso demonstra que os nossos avisos estavam 100% correctos. Israel considera o Irão e os seus  anfitriões sírios responsáveis ​​pela agressão de hoje. Continuaremos a fazer o que for necessário para proteger a nossa soberania e a nossa segurança".




O líder israelita também disse que informou o presidente russo Vladimir Putin da determinação de Israel de continuar a defender-se contra a agressão iraniana vinda do território sírio. "Concordámos que a coordenação de segurança entre os nossos exércitos continuará", disse ele.
A Rússia apoia o regime de Assad e mantém uma grande presença militar no país.
O Pentágono apoia a resposta israelita.Netanyahu também discutiu os últimos desenvolvimentos com o secretário de Estado dos EUA, Rex Tillerson.
"Israel é o nosso parceiro de segurança mais próximo na região e apoiamos plenamente o direito inerente de Israel de se defender contra ameaças ao seu território e ao seu povo", afirmou o porta-voz do Pentágono, Adrian Rankine-Galloway.
"Nós compartilhamos as preocupações de muitos em toda a região, de que as actividades desestabilizadoras do Irão ameaçam a paz e a segurança internacionais, e buscamos maior determinação internacional para combater as actividades malignas do Irão", disse Rankine-Galloway.

.....................................................

EIXO DO TERRORISMO - IRÃO, HEZBOLLAH E HAMAS:


Já antevemos as condenações internacionais contra Israel. Por ter abatido o drone inimigo que violou o seu espaço aéreo, e por ter retaliado contra a base que o lançou. E talvez porque os pilotos israelitas se ejectaram, em vez de se deixarem morrer a bordo.
O grupo terrorista islâmico xiita Hezbollah, financiado pelo Irão e sediado no Líbano, bombardeia regularmente Israel, disparando mísseis contra as populações civis, mas considera a retaliação selectiva de Israel "uma intolerável violação do seu espaço aéreo".
O Irão, patrocinador nº1 do terrorismo global, um Estado terrorista, já veio condenar a retaliação de Israel contra o Hezbollah e ameaçar com armas atómicas (as tais que jura aos ocidentais não querer e não possuir).
O Hamas celebra, e assume os seus laços com o Irão. 
A Arábia Saudita, temerosa do avanço do arqui-inimigo xiita, oferece-se para combater ao lado de Israel se o Irão a atacar.
O Irão, que só apoia terroristas bonzinhos como o Hezbollah e o Hamas,  lembra os laços da Arábia Saudita com a al-Qaida e o ISIS, tentando assim virar a opinião pública contra a Arábia Saudita e Israel.
Confuso? São apenas as peripécias de sempre da ideologia islâmica, que vive em perpétuo conflito, com tudo e com todos e até com ela mesma.

Na quinta-feira, os sírios dispararam contra o drone israelita que sobrevoava território israelita - e atingiram uma povoação Druza.

Uma casa na aldeia Druza de Majdal Shams foi atingida pela artilharia da Síria, informou o IDF nesta quinta-feira. 
World Israel News
De acordo com o IDF, houve danos numa casa em Majdam Shams, mas não houve feridos. A declaração do IDF observou que a casa foi atingida quando a artilharia síria disparava contra um drone israelita.
Bajat Abu Jabal, residente de Majdal Shams, disse que a casa da sua filha foi atingida por estilhaços.
"Os tiros atingiram a casa da minha filha", disse Abu Jabal. "Ela estava sozinha com os seus dois filhos, com três e quatro anos de idade. Claro, as crianças ficaram muito assustadas, gritaram muito depois do ataque - a sua casa fica a 20 metros da fronteira. É regularmente atingida. Não houve danos. Esperamos que a paz chegue depressa".

(...) A guerra civil síria colocou os moradores da cidade do norte de Israel, localizada nas encostas do sul do Monte Hermon ao longo da fronteira internacional com a Síria, numa situação complicada. Muitas pessoas dizem que se consideram sírias, em vez de israelitas, e quase todos na cidade têm família do outro lado da fronteira. Os combates são facilmente, e muitas vezes, audíveis no centro da cidade, tanto que uma mãe disse a um repórter em 2013 que os seus filhos podiam distinguir diferentes tipos de armas pelos sons das balas que ouviam.
No entanto, os drusos israelitas em outras áreas do país disseram a esse repórter que os moradores nos Montes Golan se encontram numa posição difícil, porque temem que a pressão internacional possa um dia forçar Israel a retirar da área, deixando-os à mercê do notoriamente brutal regime de Assad.