segunda-feira, 21 de agosto de 2017

"Basta!" - Gonçalo Dorotea Cevada


Da série: Os atentados são perpetrados por europeus e não por "refugiados": Ahmed Bourguerba é argelino e foi preso em Julho, por pertencer a organizações terroristas, estava a receber 625 euros em ajuda de integração mais 250 euros para arrendamento de casa.


Que suposta superioridade moral é essa que não nos permite admitir que o problema não está na suposta falta de integração social, mas na propaganda feita por certas mesquitas localizadas na Europa?

Já se escreveram dezenas, centenas de artigos de opinião sobre o terrorismo islâmico. Sobre os ataques que assassinaram nesta e naquela cidade Europeia, gente como nós. Inocentes. Muitos deles crianças. (Eu próprio já o fiz: o meu último artigo no Observador foi aliás sobre o 22 de Março em Londres).

Impõe-se a pergunta: será que depois de tantas palavras ainda há alguma coisa a dizer sobre o terrorismo islâmico? Será que já não foi escrito tudo e mais alguma coisa? Não. Falta sempre, e há sempre alguma coisa a dizer. E este gesto é provavelmente a única, e a melhor homenagem que nós, cidadãos, podemos fazer às vítimas de Barcelona.

Escrever mais um texto é simultaneamente não cair na tentação da indiferença de mais um ataque terrorista, e não cair na tentação da banalidade dos acontecimentos, nas estatísticas das vítimas. É evitar o quotidiano do medo. E é por isto que sou mais um a escrever sobre os ataques das Ramblas.

A 17 de Agosto, Barcelona entrou para a lista negra das cidades Europeias vítimas do terror. Palcos do pior que há nos homens.

E não tentemos racionalizar estes acontecimentos. Não tentemos justificar actos criminosos com explicações conjunturais de natureza social ou económica. Não há justificação para a matança das Ramblas, como não houve justificação para a matança de London Bridge ou para a matança no mercado de Natal de Berlim.

O atentado de Barcelona não foi diferente dos anteriores em Manchester, Londres ou Nice. Tal como nesses, no de Barcelona há um “nós” e há um “eles”. E a diferença não reside no ser, no acreditar ou no pensar mas no fazer. Eles mataram inocentes. Nós fomos as suas vítimas.

E isto tem que ficar claro: há um “nós” inocentes e há um “eles” terroristas islâmicos. Há um “nós” vítimas e há um “eles” culpados.

O 17 de Agosto em Barcelona não revela uma potencial fraqueza das autoridades Espanholas, que como sabemos têm neutralizados várias células terroristas e evitado vários ataques aqui e ali, mas a imprevisibilidade característica deste tipo de ataques.

Já o escrevi e repito: devemos fazer ou mudar alguma coisa? Não. Pelo menos se quisermos continuar a viver à nossa maneira. Como escrevi na altura do 22 de Março em Londres, a vida continua para aqueles que tiveram a sorte, sim, a sorte, de não estar naquela icónica Rambla que nos leva ao Mediterrâneo.

Mas não mudar nada no nosso quotidiano não significa que não possamos exigir mais aos nossos Governos. E exigir mais significa identificar mesquitas de propaganda política que não são mais do que buracos de lavagem cerebral de jovens e adultos. Exigir mais significa encerrar mesquitas onde se ensina o manifesto do Estado Islâmico e onde se planeiam ataques cobardes a inocentes como nós. 

Exigir mais significa repensar as relações diplomáticas com países do Golfo como o Qatar, a Arábia Saudita e o Kuwait. Países que não são mais do que fontes de financiamento de mesquitas salafistas que não servem mais do que centros de propagação da Sharía na Europa.

Dirão: este delirou. Respondo: longe disso.

Que suposta superioridade moral é essa que não nos permite admitir que o problema não está na suposta falta de integração social, mas na propaganda feita por certas mesquitas localizadas na Europa, e financiadas por Estados supostamente “amigos”? Quantos mais vão ter que ser esmagados por carros para dizermos basta? Se queremos manter as nossas Democracias temos que ser claros quanto a isto: não há espaço para ninhos de culto terrorista na Europa.

Em 2015, a Tunísia, país maioritariamente muçulmano, encerrou perto de 100 mesquitas salafistas que não eram mais do que antros de fanáticos e potenciais assassinos. Porque é que não fazemos o mesmo? Que suposta superioridade moral é essa que nos impede de reconhecer que para mantermos as nossas liberdades há linhas que têm que ser cruzadas? De quê é que estamos à espera?

Perdoem-me mas não há diálogo possível ou integração possíveis. E não há diálogo possível ou integração possíveis porque não podemos desculpar, racionalizar ou justificar os atentados de Barcelona, Bruxelas, Paris e Estocolmo.

Não temos que pedir desculpa por sermos Europeus, por nos embebedarmos a níveis de pré-coma alcoólico nas Ramblas ou por irmos nus tomar banho às seis da manhã a Barceloneta. Somos assim. É esta a nossa natureza. Acusem-nos de “infiéis”. Assumirei tal adjectivo como um elogio sobre os Homens livres.

Basta de justificação, basta de pedirmos desculpa, basta de acharmos que o problema é nosso e que está em nós e no nosso modo de vida. Nós somos os inocentes e eles, os terroristas, os culpados.

Como escreveu Rosa Díez, “El mejor homenaje a las víctimas y la mejor herencia que podemos dejar a las próximas generaciones es que no pidamos perdón por vivir en democracia”.


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O colunista do Observador não pode ir mais longe. Porque o problema não são as "certas mesquitas". Se um padre ou um rabino pregassem a morte dos "infiéis", as respectivas congregações seriam as primeiras a denunciá-los.
O problema é que o Islão é isto, sempre o foi e sempre será. A excepção são as mesquitas e os imãs moderados - que os há, mas pouquíssimos!
E de que serve uma mesquita ter fama de moderada se a doutrina é terrorista, genocida, criminosa, supremacista, ainda que para fora eles digam outra coisa?
Eis o que se ensina às crianças nas mesquitas "moderadas":


O Poder decidiu islamizar o Mundo:





Karl Popper e o Paradoxo da Tolerância
"A tolerância ilimitada leva ao desaparecimento da tolerância.
Se estendermos a tolerância ilimitada mesmo aos intolerantes, e se não estamos preparados para defender uma sociedade tolerante contra os ataques dos intolerantes, então, os tolerantes serão destruídos, e a tolerância juntamente com eles.
Essa formulação não implica que devemos sempre suprimir as filosofias intolerantes, desde que tenhamos mecanismos para combatê-las com argumentos racionais, e que possamos mantê-las sob controlo diante da opinião pública. [.......] Devemos, portanto, em nome da tolerância, reivindicar o direito de não tolerar os intolerantes.
Devemos enfatizar que qualquer movimento que pregue a intolerância deva ser considerado fora da lei, e considerar a incitação à intolerância e perseguição devido a ela, como criminal."

- Fonte: Livro "A Sociedade Aberta e os seus inimigos".

 Não é segredo, está à vista de toda a gente:


domingo, 20 de agosto de 2017

Alemanha: 6 meses de prisão por foto da colaboração nazi/muçulmana


O Islão e o Nazismo foram aliados. É um facto histórico tão indesmentível como a II Grande Guerra. Houve diversos batalhões muçulmanos a combater ao lado de Hitler, e o Grande Mufti de Jerusalém foi o principal incentivador do Holocausto. Aliás, os movimentos islamistas como o Hamas, continuam a defender a doutrina nazi, e o livro de Hitler é um best-seller no mundo islâmico.

Hitler e o Grande Mufti de Jerusalém (COM VÍDEOS)

Michael Stürzenberger é alemão. Postou no seu Facebook uma imagem de Hitler a apertar a mão ao Grande Mufti. Apanhou 6 meses de prisão, apenas por dizer uma verdade histórica. Aqui o temos a dizer de sua justiça:

O Juiz era do calibre deste pró-islamista, decerto. As pessoas que foram assistir ao julgamento foram tratadas como terroristas (como se fossem elas que andassem aí a fazer explodir) e as suas identidades recolhidas (decerto para irem constar das listas).
Este senhor não é o único preso por dizer a VERDADE sobre o Islão, longe disso!
O caso merece destaque devido ao momento peculiar que estamos a viver:
Não tem havido um único dia sem ataques terroristas aqui na Europa, como os nossos leitores e amigos devem saber, por muito que evitem jornais e TV. Em resposta a esses ataques jhadistas islâmicos, os poderes político, judicial e os media, estão a rotular quem se opõe à islamização da Europa como... nazi!
O comunista, islamófilo e auto-proclamado assassino João Quadros tem sido dos mais efusivos nessa tarefa, curiosamente.
Em Barcelona, por exemplo, a Esquerda saiu à rua após o massacre da passada quinta-feira, em manifestação de apoio ao Islão, sob a designação de "manifestação anti-racista".
Outros cidadãos saíram à rua em manifestação de apoio às vítimas.
A Imprensa e o Poder apelidaram estes últimos de... nazis!
É perversamente irónico! 


 E Não Sobrou Ninguém
"Quando os nazis levaram os comunistas, eu calei-me, porque, afinal, eu não era comunista.
Quando eles prenderam os sociais-democratas, eu calei-me, porque, afinal, eu não era social-democrata.
Quando eles levaram os sindicalistas, eu não protestei, porque, afinal, eu não era sindicalista.
Quando levaram os judeus, eu não protestei, porque, afinal, eu não era judeu.
Quando eles me levaram, não havia mais quem protestasse"

Martin Niemöller


Martin Niemöller, pastor luterano e opositor ao Nazismo.


sexta-feira, 18 de agosto de 2017

Carta aberta a Luís Silva, o amigo dos "refugiados"


(...) possuímos conterrâneos do calibre de Luís Silva, o herói que, sem receio de arranjar bolhas nos pés e aparecer no “Público”, executa “uma caminhada solitária de 500 quilómetros pela costa alentejana e algarvia até à fronteira com Espanha” a fim de “angariar fundos para associações que ajudam refugiados” (de modo a simular as condições dos ditos, Luís Silva “leva na mochila uma muda de roupa, uma lata de salsichas e de atum e um saco-cama”. O “Público” não informa se, a benefício do realismo, o rapaz tentará afogar um cristão na Praia da Rocha).
Alberto Gonçalves, A Estátua da Nulidade

Olá Luís Silva,
- Teve notícias do Massacre de Barcelona, levado a cabo pelos seus amigos "refugiados"? Não lhe pesa a consciência por estar a defender bárbaros ASSASSINOS, piores que os nazis e os comunistas?
- Consegue entender que as pessoas a quem  chama "refugiados da guerra na Síria" não são refugiados, não vêm da Síria e são responsáveis pela onda de terrorismo que assola a Europa? Ou já está no estado em que entra em crise histérica se lhe tentam mostrar que está errado?
- Vamos tentar explicar-lhe algo que uma criança de 4 anos já entende: todo o efeito tem uma causa.

1 - A União Europeia e as lideranças políticas fecham os olhos à invasão islâmica. Aqui, vemos mais um grupo de colonos a desembarcarem em Espanha:


2 - Assim que chegam, os muçulmanos, cuja ideologia supremacista os manda atacar, matar, estuprar ou escravizar os não-muçulmanos, passam à acção e começam a aterrorizar as populações locais. Aqui, colonos muçulmanos causam o caos em Espanha:


3 - Escandalizados perante a visão de pessoas que recusam a conversão ao Islão, apesar dos seus melhores esforços, os muçulmanos aderem a células terroristas e desatam a matar os infiéis. Aqui, o massacre de 14 inocentes esta quinta-feira, em Espanha:


Luís Silva,
- Não é preciso ser-se um ás em Política para se entender que a guerra da Síria não é em África, no Paquistão, ou em qualquer das dezenas de países islâmicos de onde chegam os "refugiados da Síria".
 - Não é preciso ser-se um ás em Política para se constatar que o grosso dos "refugiados da Síria" são homens e são jovens, exactamente a população que, numa guerra, está mais capacitada a defender os seus.
 - Não é preciso ser-se um ás em Política para se verificar que os países muçulmanos não recebem nem um destes pseudo-refugiados.
 - Não é preciso ser-se um ás em Política para se ESTUDAR e se constatar que o Islão é terrorista e genocida por natureza - até porque são os próprios muçulmanos que o admitem. E não colhe o argmenyo de que "nem todos são". Nazis são nazis, mafiosos são mafiosos, muçulmanos são muçulmanos!
- Não é preciso ser-se um ás em Política para se entender que a esquerda defende a invasão islâmica porque os muçulmanos votam à esquerda e só assim a esquerda consegue aceder ao poder, hoje em dia:

França: voto muçulmano torna impossível vitória de um candidato não pró-islâmico

É por ser comunista que o Luís defende a colonização islâmica?
- Não é preciso ser-se um ás em Política para se entender que, tal como os nazis, os muçulmanos têm que ser travados, ou pereceremos TODOS. Mesmo você, Luís Silva. Não pense que eles o vão poupar, mesmo após este seu gesto de submissão. Eles odeiam-no ainda mais pela sua patética cobardia.

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QUER ESTUDAR, LUÍS SILVA?

 Então veja as nossas secções:
Temos milhares de posts a explicar tudo isto, com provas, com vídeos (a canalha do Google/YouTube censura tudo, mas vai dando para ver), com depoimentos de ex-muçulmanos, etc., etc.. Depois não diga que não foi avisado.

Os Cagalhões Desprezíveis

Invasão Islâmica - as pessoas começam a entender!

A Invasão que eles escondem - 1


A Invasão que eles escondem - 2


A Invasão que eles escondem - 3


A Invasão que eles escondem - 4


A Invasão que eles escondem -conclusão




Outro cidadão europeu que aprova a invasão islâmica camuflada como "refugiados da guerra na Síria". É esta a sua gente, Luís Silva.



Consegue ver estes dois pequenos vídeos, como introdução ao tema?

quinta-feira, 17 de agosto de 2017

João Quadros: AMEAÇAS DE MORTE e PONTAPÉS NA C***


Já há anos que João Quadros insulta Laura Ferreira apenas por esta ser Esposa de um político conservador. Para mais insultos e ameaças de pancada e de morte, visitar o site JOÃO QUADROS A INSULTAR:


Introdução: O conhecido esquerdopata João Quadros chamou "nazi" a Passos Coelho (ex-Primeiro Ministro e líder do PSD) por este não querer que a entrada de colonos muçulmanos em Portugal se faça tão desbragadamente como este governo de extrema-esquerda está a fazer.
Quadros, como todos os esquerdopatas, anseia pelos colonos muçulmanos. Odeia tanto a sociedade em que vive, que conta com os muçulmanos para a destruírem.
Deve estar a festejar o enriquecimento cultural de hoje em Espanha. E odeia tanto quem se opõe à islamização, que voltou a festejar o câncer que aflige a mulher de um político que não pensa exactamente como ele.
(Aos nossos muitos amigos brasileiros que não sabem quem é este João Quadros: é uma espécie de Gregório Duvivier luso, um menino rico que não cresceu, maconheiro, esquerda-caviar, famoso por ser famoso e por escrever graçolas sem graça, que cultiva os mesmos tiques de superioridade e o mesmo desprezo pelo povo).
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Já há anos que João Quadros faz as mais abjectas piadolas com Laura Ferreira, Esposa de Passos Coelho:
Inclusive ofereceu-lhe "pontapés na co**" - ver tweet acima.
Uma verdadeira obsessão, um ódio de morte. Se não fosse de esquerda estaria preso.
Esta gente que passa vida a proferir ataques miseráveis contra políticos como Passos ou Trump, não poupando nem os familiares, ficaria indignada se fizessem o mesmo ao Jerónimo de Sousa ou ao Obama.
É essa diferença de tratamento que é grave. Quanto a este idiota, é apenas um idiota, que se não tivesse o nome de família e as cunhas que tem, e se não pertencesse à pandilha esquerdista que domina os media e o espectáculo, seria apenas mais um idiota da aldeia, a quem ninguém liga.

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João Quadros, um ícone do politicamente correcto.

João Quadros é uma de muitas vozes que diariamente despejam na TV, na rádio e nos jornais, toneladas de Marxismo cultural, de esquerdismo panfletário, de ódio gratuito, de mentalidade decadente, de inversão de valores, de aplausos às ideologias comunista e islamista e de ódio às democracias.
Como ele há milhares, a trombetearem a sua propaganda, a fazerem lavagem ao cérebro às pessoas. 

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André Ventura, o homem que o sistema odeia, porque diz algumas verdades.

André Ventura, que ficará na História como o primeiro político não politicamente correcto de Portugal, disse que esmurraria João Quadros, por este se ter regozijado à com a doença de Laura Ferreira. E a delicada sensibilidade dos camaradas de João Quadros abespinhou-se. A Imprensa, que está branquear a alma negra de João Quadros, não poupa André Ventura. Nunca poupou:

Abriu a caça ao André Ventura!  


Mas ninguém se abespinhou em todos estes anos em que Quadros distribuiu insultos (e não estamos a falar de comédia, atenção!) ameaças de morte e de pancada a todos os que não lêem pelo seu Livro Vermelho. Não a desconhecidos em picardias da Internet, mas a figuras públicas.
Imaginemos que era uma figura pública cristã e conservadora a distribuir ameaças de pancada, ameaças de morte, insultos refinadamente obscenos. Já teria sido mediaticamente linchado. Já teria perdido o emprego e a reputação!

Fica aqui uma breve amostra, que pode consultar no site JOÃO QUADROS A INSULTAR:













Em resposta a esta polémica, João Quadros não só não pede desculpas como redobra os insultos e escreve:
"E que fique claro não me sinto vítima de perseguição,odio, maus olhados, piadas com os meus filhos, etc Zero Estou me a cagar para vocês".
Claro que está a "cagar-se" para todos nós! Ele tem um tacho eterno que lhe garante uma pequena fortuna em cachets, a escrever piadas secas e a participar todos os painéis de comentadores!
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P.S. - Dizem-me que é da droga. Pois seja, mas se um cidadão normal beber cinco litros de vinho e fizer metade do que ele faz, é capaz de malhar com os ossos na cadeia. Já ele, recebe prebendas e aplausos e ninguém lhe vai à mão. Os camaradas que pregam a "igualdade" são assim...
P.P.S. - Mais um bocadinho da arte e sabedoria de João Quadros, e do que hoje em dia se considera ser intelectual e de bom tom (desde que venha da esquerda - e só da esquerda podem vir coisas intelectuais e de bom tom):

Alguns mimos dedicados ao então Presidente da República Cavaco Silva (note-se que para esta gente, o Nicolás Maduro, o aiatola Khameini ou o Kim Jong Un, são 5 estrelas):
 

 











Sempre os insultos às esposas:


Sempre a mesma obsessão comunista por matar quem não o é:



Aqui são mimos dirigidos a pessoas que não são da extrema-esquerda, por não serem da extrema-esquerda:








Aqui afiança que vai vandalizar um estabelecimento:


Aqui, festeja a morte de Eusébio:









Um rapaz que não é de Lisboa respondeu a Quadros. Eis como o comunista vê quem não vive em Lisboa:




De notar que Quadros evoca o Diabo, que é a quem gente como ele adora.

Etc....

Jihad islâmica em Barcelona: 14 mortos e reféns



Post-Scriptum: o muçulmano marroquino naturalizado espanhol, Driss Oukabir, foi capturado. Mais 5 terroristas foram abatidos. Se este massacre tivesse ocorrido em Israel, a Imprensa noticiaria: "Israel mata 5 'palestinos'". E haveria uma chuva de condenações internacionais contra Israel.

 "A Polícia local diz que ainda não conhece a motivação do ataque, mas está a tratá-lo como terrorismo".

7 de dezembro de 1941: "A polícia local em Honolulu diz que ainda não conhece a motivação do ataque, mas está a tratá-lo como uma possível provocação do Império japonês".


Agora mesmo, mais um ataque terrorista islâmico, em Barcelona, Espanha, de acordo com os mandamento da Religião da Paz, que manda fazer a guerra aos "infiéis" até que estes se rendam, se convertam, sejam escravizados ou paguem a jizya, o "imposto de infiel".  

Dizem-nos que "o terrorismo é normal nas grandes cidades". Dizem-nos que temos de nos deixar matar caladinhos. Ou somos "racistas".

Após este massacre ficará mais uma vez estabelecido pelo pensamento oficial que "os muçulmanos são as 'verdadeiras' vítimas".

Leiamos o Alcorão:
  1. Tu deves estuprar, casar e divorciar meninas na pré-puberdade. Alcorão 65:4, 4:3
  2. Tu deves ter relações sexuais com escravas sexuais e trabalhadoras escravas. Alcorão 4: 3, 4:24, 5:89, 33:50, 58: 3, 70:30
  3. Tu deves bater nas escravas sexuais, nos trabalhadores escravos, e nas esposas. Alcorão 04:34
  4. Tu deves ter quatro testemunhas masculinas muçulmanas para comprovar um estupro. Alcorão 24:13
  5. Tu deves matar aqueles que insultam o Islão ou Maomé. Alcorão 33:57
  6. Tu deves crucificar e amputar não-muçulmanos. Alcorão 5:33, 8:12, 47: 4
  7. Tu deves matar os não-muçulmanos para garantir receber as 72 virgens no céu. Alcorão 9: 111
  8. Tu deves matar quem deixar o Islão. Alcorão 2: 217, 4:89
  9. Tu deves decapitar não-muçulmanos. Alcorão 8:12, 47: 4
  10. Tu deves matar e morrer por Alá. Alcorão 9: 5
  11. Tu deves aterrorizar os não-muçulmanos. Alcorão 8:12, 8:60
  12. Tu deves roubar e furtar os não-muçulmanos. Alcorão Capítulo 8 (Saque / Espólios de Guerra)
  13. Tu deves mentir para fortalecer o Islão. Alcorão 3:28, 16: 106
  14. Tu deves lutar contra os não-muçulmanos, mesmo que não queiras. Alcorão 2: 216
  15. Tu NÃO deves tomar os não-muçulmanos como amigos. Alcorão 05:51
  16. Tu deves chamar os não-muçulmanos de porcos e macacos. Alcorão 5:60, 7: 166, 16: 106
  17. Tu deves tratar os não-muçulmanos como as criaturas mais vis, que não merecem misericórdia. Alcorão 98: 6
  18. Tu deves tratar os não-muçulmanos como inimigos jurados. Alcorão 4: 101
  19. Tu deves matar os não-muçulmanos por não se converterem ao Islão. Alcorão 09:29
  20. Tu deves extorquir não-muçulmanos para manter o Islão forte. Alcorão 09:29.

Ver:

Os 20 Mandamentos mortais do "diabólico" ("satânico") Maomé, o fundador do Islão

O problema não é estar lá escrito isto; o problema é eles praticarem isto todos os dias!

A União Europeia está apostada na islamização sistemática da Europa, e as vítimas do terrorismo islâmico são mais uma ajuda para a substituição populacional:

União Europeia lança "Eurislam" - o projecto de islamização da Europa


Ataques como este estão de acordo com a lei islâmica. Não são, como dizem os muçulmanos, os neo-nazis, a extrema-esquerda e o pensamento oficial politicamente correcto, "actos de quem não compreende o Islão".
Por alguma razão, o Islão é a única religião que nos nossos dias continua a matar em nome do seu deus.
Aqui está uma passagem sobre esta questão de um manual Shafi'i da lei islâmica, cortesia de Robert Spencer, especialista em Islão:


     "Quando um homem adulto é levado em cativeiro, o califa considera os interesses ... (do Islão e dos Muçulmanos) e decide entre a morte do preso, a escravidão, a libertação sem pagar nada, ou se o resgata em troca de dinheiro ou por um cativo muçulmano detido pelo inimigo."
(Confiança do Viajante o9.14)

Um venerado jurista islâmico, Al-Mawardi, concorda:


     "Quanto aos cativos, o emir tem a opção de tomar a acção mais benéfica de quatro possibilidades: a primeira, matá-los, cortando-lhes o pescoço. A segunda, escravizá-los e aplicar as leis da escravidão em relação à sua venda ou submissão. A terceira, resgatá-los em troca de bens ou prisioneiros. E em quarto lugar, mostrar-lhes favor e perdoá-los."
(Al-Ahkam As-Sultaniyyah (The Laws of Islamic Governance), 4.5)


O Verão europeu dos nosso dias: fugindo dos muçulmanos, concertos de solidariedade com as vítimas dos muçulmanos, ursinhos de peluche e velas nos locais das matanças feitas pelos muçulmanos, importação de mais e mais e mais "refugiados", leia-se: muçulmanos.

O Islão já matou pelo menos 670 milhões de inocentes, e continua a matar, sob os aplausos da ONU, dos políticos ocidentais e do exército de lacaios (jornalistas, opinadores e outros).
Quem disser a VERDADE arrisca-se a sérias represálias. Muitos estão presos, outros foram mortos, outros perderam o seu ganha-pão, por exporem a realidade do islamismo. O Islão é o novo Nazismo que caiu sobre a Europa.



Mais do que tudo isto, temos a realidade diária em todo o Mundo. Os muçulmanos matam, torturam, estupram, raptam, milhares de inocentes todos os dias. Os muçulmanos, do mais reputado clérigo ao rapazote da rua, admitem abertamente o carácter supremacista e terrorista da sua ideologia. Os sermões, a literatura, estão disponíveis para quem queira. Mas os líderes ocidentais continuam a mandá-los vir. Em Portugal, mais 400 mil estão a entrar este Verão. A Espanha é o que já se vê.

Valerá a pena deixar-mo-nos matar todos apenas para não parecermos "racistas" aos olhos de meia dúzia de badamecos, incapazes de verem este vídeo e de o analisarem com espírito crítico?